Social
Organizações sociais fazem passeata em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
09/03/2010 18h15
No Dia Internacional da Mulher, manifestantes promovem em Augustinópolis uma marcha com apoio de varias entidades sociais que atuam na região, como FETAET, CPT, APA-TO, Coopter, MIQCB, ASMUBIP, AMB e sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras rurais de Augustinópolis e região. A caminhada teve apoio de um grupo de homens liderados por João Palmeira, líder de movimentos sociais do Bico. Este grupo saiu do posto Bandeirante e encontrou com o grupo de Mulheres, vindo lado oposto, se encontrando na Praça Ary Valadão, onde professores faziam concentração grevista.
Na passeata pela cidade e na concentração na Feira Coberta as mulheres distribuíram panfletos, cantaram e gritaram palavras de ordem, reivindicando, reforma agrária, habitações e principalmente a responsabilidade dos poderes contra a violência contra a mulher.
Edna Monteiro, diz a VB Online, que as mulheres ainda tem um longo caminho a percorrer, e este caminho é muito mais acentuado para as mulheres do campo. “Ainda sofremos vários tipos de violência, e as principais, eu digo, é a falta de informação, a domestica, que vem do marido e dos filho”. Uma das manifestantes, pegou o microfone e foi sucinta. “Mulher, gosta de homem, e gosta muito, mas não e para apanhar ou ser humilhada”. (Da Redação)
Na passeata pela cidade e na concentração na Feira Coberta as mulheres distribuíram panfletos, cantaram e gritaram palavras de ordem, reivindicando, reforma agrária, habitações e principalmente a responsabilidade dos poderes contra a violência contra a mulher.
Edna Monteiro, diz a VB Online, que as mulheres ainda tem um longo caminho a percorrer, e este caminho é muito mais acentuado para as mulheres do campo. “Ainda sofremos vários tipos de violência, e as principais, eu digo, é a falta de informação, a domestica, que vem do marido e dos filho”. Uma das manifestantes, pegou o microfone e foi sucinta. “Mulher, gosta de homem, e gosta muito, mas não e para apanhar ou ser humilhada”. (Da Redação)
Comentários (1)
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elmar | 10/03/10 17h00
È isso mesmo q tem q acontecer.Muitas vezes temos q recorrer á greve ou mesmo á justiça p se fazer ouvir, e ser atendido.Principalmente p as pessoas do inteior do Brasil como é o caso de Tocantins ja morei aí e sei do q falo Porque há algumas muitas desvantagens c relação ao acessoá justiça se comparado á quem vive aqui em S.Paulo por exemplo...Não podemos desisttir de lutar por um mundo melhor...elmar costa SP Brasil
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Rua Santos Dumont, 323, CEP 77960-000 - Augustinópolis/TO

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