Voz do Bico

Açougueiros fazem protestos contra valores cobrados pelo matadouro de Augustinópolis

Foto: Paulo Palmares/ VB

1.188

AUGUSTINÓPOLIS – Os açougueiros augustinopolino dizem que a carne vendida ao consumidor de Augustinópolis é uma das mais caras da região e apontam como culpado os custos dos serviço do matadouro do município, administrado pela empresa Boi Bom Abatedouro de Bovinos. “Além do custo alto, os serviços são de péssima qualidade em todos os sentido, inclusive sanitários”, garantem os açougueiros.

Conforme eles informaram ao portal Voz do Bico, o matadouro cobrava como serviço prestado aos açougues como abatate de cada reais, apenas o couro e as vísceras (fato), e mais uma taxa de R$ 40 (quarenta reais) paga na coletoria estadual no início de 2016.

Atualmente, conforme os açougueiro, o matadouro quer aumentar o preço de abate para R$ 50 (cinquenta reais) e no decorrer dos último dois anos o matadouro começou a ficar, além do couro e vísceras, a capa da costela, carne do pescoço (acém), a ponta do lombo, fel e pedra do fel, além da taxa da coletoria e Adapec que atualmente é de R$ 77,00 (setenta e sete reais).

REIVINDICAÇÕES

Respeitar o acordo firmado em cartório com o matadouro onde ficou acordado que a taxa de sangria ficaria em R$ 20,00 (vinte reais até o couro chegar a um valor de R$ 50,00 (cinquenta reais), e o couro hoje está cotada em R$ 70,00 (setenta reais); e não reter mais a capa da costela, carne do pescoço (acém), a ponta do lombo, fel e pedra do fel. “Enquanto não fecharmos estes acordo não iremos abater gado”, garantiu um dos açougueiros presente na manifestação.

Os vereadores Daniel Walisson, Reinaldão e Elias Madeira estiveram presente na manifestação em solidariedade aos açougueiros.

Outro Lado

A redação do portal Voz do Bico, tentou fazer contato pela manhã com os número fornecidos pelos próprios açougueiros que seriam de uma pessoa identificada como Iracema, a proprietária e um outro número que seria do Tiago, apontado como gerente do matadouro. No entanto não conseguimos falar nem com um nem com outro.  A redação fica no aguardo da posição dos empresários que administram o matadouro.

Sair da versão mobile