
O Ministério Público Estadual (MPE) entrou com recurso junto a Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJ-TO) logo após a decisão da juíza, pedindo para cassar a decisão do Juízo de 1º Grau, e restabelecer a prisão preventiva, o que foi acatado no último dia 4. A alegação principal do MPE é que o pedido de liberdade não poderia ser interposto no período de Plantão Judiciário. No entender do MPE há necessidade de medida extrema para a “garantia da ordem pública, da instrução criminal e da aplicação da lei penal”.
A prisão aconteceu na manhã de hoje, 10, na Delegacia de Polícia de Araguatins, onde ele deve permanecer preso até o julgamento.
Estevão Emílio Castro Almeida e outros dois homens foram denunciados pelo Ministério Público pela prática de homicídio qualificado, furto e ocultação de cadáver. O dentista desapareceu dia 7 de março de 2015. O corpo dele foi encontrado às margens da Transamazônica (BR-230), em avançado estado de decomposição, no dia 16 de março de 2015.