
Há 12 anos morando junto com a vítima, João Francisco Feitosa teria começado as assediar a menor de idade quando ela tinha por volta de cinco anos. A vítima, que convivia com o agressor desde os seis meses de idade, cresceu na mesma casa que João e o chamava de pai. Mesmo assim, os crimes teriam acontecido.
A vítima também relatou à mãe, que mantinha relações sexuais com o agressor com frequência e que o motivo de não ter revelado antes os fatos seriam ameaças feitas pelo agressor, que, segundo a vítima, prometia que mataria ela, sua mãe e irmã.
Além disso, a irmã da vítima, de 16 anos, relatou que também sofria assédios por parte de João Francisco Feitosa. Ele a tocaria nas partes íntimas e realizaria “investidas” contra a jovem, que relata nunca ter tido relações com o padrasto por que conseguia se esquivar.