Voz do Bico

Homem com várias passagens pela polícia é detido pela PM e solto em seguida

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Max já se passou por Policial Federal e pastor, mas na verdade, conforme a polícia, trata-se de um estelionatário. – Foto: Divulgação

PRAIA NORTE – Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar até o povoado São Félix, município de Praia Norte, no início da noite deste domingo, 28, onde encontraram Max Alex da Silva, que tem vária passagens pela polícia do Maranhão e Pará, onde já se passou por pastor e policial federal e foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação, estelionato e falsa identidade.

APARECEU

As informações chegaram à PM via outro policial de que no povoado São Félix havia um homem em atitudes suspeitas. Informava-se que este homem, com atitudes suspeitas e sem parentesco no povoado,  chegou naquele local conduzindo uma motocicleta sem placa, apenas com a roupa do corpo e pedindo abrigo na casa de um morador, o que deixou a população aflita.

A Polícia Militar foi até o local e encontrou o indivíduo em um bar ingerindo bebidas alcoólicas. Foi pedido que ele se identificasse e ele passou a informar alguns nomes falsos, aumentando o grau de suspeição. Após isto, foi solicitado a documentação da motocicleta em que ele transitava. Ele disse apenas que era de seu patrão, contudo descobriu-se que o suspeito tinha furtado a motocicleta no povoado Santa Luzia, município de Araguatins, porém a vítima não registrou um Boletim de Ocorrência (BO).

REGISTROS

Após consultas realizadas juntamente com a Polícia Civil, foi descoberto o verdadeiro nome do indivíduo. Trata-se Max Alex da Silva, que tem vária passagens pela polícia do Maranhão e Pará. Ele tem vária passagens pela polícia e responde processos criminais no Maranhão. Nos registros policiais consta que na cidade de Riachão/MA,  ele se passava por policial federal, já em Vila Rica/PA, se dizia pastor e furtou uma motocicleta, sendo inclusive investigado como membro de quadrilha de assaltantes de bancos.

Como não havia nenhum mandado de prisão em seu desfavor e não houve materialidade delitiva que justificasse uma autuação em flagrante, Max foi liberado, porem, recomendações dos sargentos Arimatéia, Jefferson e Paiva, que fizeram a ocorrência, é que se deve ter atenção da população com o sujeito.

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