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Amélio Cayres reafirma lealdade a Wanderlei Barbosa e diz que “amigo não trai o outro” durante evento na Unirg

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O governador Wanderlei Barbosa e o deputado Amélio Cayres. – Foto: Márcio Vieira/Governo do Tocantins

“É preciso virar esta página e buscar estabilidade política. A responsabilidade da Assembleia Legislativa é clara, e eu procurei agir de forma ética”, manifestou

GURUPI – O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (Aleto), deputado Amélio Cayres (Republicanos), reforçou publicamente sua relação de amizade e confiança com o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) ao afirmar que “amigo não trai o outro”. A declaração foi feita na manhã desta quinta-feira, 18, durante um café da manhã realizado com os servidores da Unirg na Universidade de Gurupi (Unirg).

Em seu pronunciamento, Amélio Cayres abordou o período de instabilidade política vivido pelo Estado nos pouco mais de três meses em que o governador Wanderlei Barbosa permaneceu afastado do cargo por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o parlamentar, coube à Assembleia Legislativa atuar com responsabilidade institucional para garantir a estabilidade política do Tocantins.

Durante o afastamento do chefe do Executivo, Amélio Cayres segurou seis pedidos de impeachment que tramitavam na Casa. Ao comentar a decisão, o presidente da Aleto destacou que sua postura foi pautada não apenas pelo cargo ocupado por Wanderlei Barbosa, mas também por uma relação de amizade pessoal construída ao longo do tempo.

“Tocantins tem que virar esta página de criar instabilidade para tirar proveito político, e coube à Aleto a responsabilidade de fazê-lo, e o fiz. Mas o mesmo que o presidente Amélio fez para o governador, faria em qualquer circunstância. Ali não estava só o posto de governador, era uma situação pessoal. O Amélio não faria com Wanderlei o que um amigo não faz com o outro. Amigo não trai o outro. Amigo em porta tem milhares, em porta de hospital são poucos”, afirmou.

Amélio Cayres ressaltou ainda que sua amizade com o governador vai além da relação institucional entre os Poderes. Para ele, lealdade é um valor pessoal e inegociável. “Quer dizer que quando estava no poder era meu amigo e no dia que sai do poder deixa de ser? Aí não é amigo, é oportunista. A minha fidelidade é aquilo que sigo, principalmente como um princípio de homem e de amigo que sou”, declarou em outro trecho do discurso.

A fala do presidente da Aleto foi interpretada como um gesto político de fortalecimento da base governista e de defesa da estabilidade institucional do Estado, após um período marcado por incertezas e disputas políticas no cenário tocantinense.

Fonte: Atitude Tocantins

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