Voz do Bico

É assertivo o requerimento do deputado Amélio solicitando ao governador um núcleo do IML para a Augustinópolis; mas vozes contrárias já se levantam

Desde o início de sua carreira parlamentar, Amélio solicita melhorias na infraestrutura nas rodovias. - Foto: Silvio Santos/Dicom Aleto

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Rabecão instituto Médico Legal (IML). – Foto: Internet

AUGUSTINÓPOLIS – Um núcleo do Instituto Médico Legal (IML) funcionou em Augustinópolis por vários anos, prestando à população local e das cidades vizinhas os serviços que lhe inerente. No entanto, por uma decisão sem maiores explicações, a unidade foi levada para Araguatins em dezembro, 2019 sob os protestos dos servidores e de alguns populares que não viam motivos para mudança.

Na segunda-feira, 17, durante evento no em Augustinópolis, o governador Wanderlei Barbosa afirmou que atenderá o requerimento presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Amélio Cayres e trará de volta para a cidade um Núcleo do Instituto.

Segundo o parlamentar, a iniciativa visa regularização e garantia dos parâmetros de eficiência para Perícias Médico-Legal em Augustinópolis e isso o motivou a lutar pelo retorno do Instituto Médico Legal (IML) para o município.

Isso foi o suficiente para que vozes silenciosas ecoassem por telefones e gabinetes para que não o requerimento do deputado não fosse atendido e um núcleo do IML em Augustinópolis não fosse instalado para prestar para população serviços como Recolhimento de cadáveres de morte violenta e suspeita, Exames necroscópico, Exames no vivo, DPVAT, agressão física, caso de estupro, Custódia e colhimento de material biológico para Exames

O portal Voz do Bico listou pelo menos três tópicos porque Augustinópolis não pode presidir de um núcleo do IML, veja abaixo.

  1. A localização da cidade
  1. A existência de Órgãos com Estrutura
  1. Curso Superior de medicina e enfermagem no município

(Redação Voz do Bico)

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