AUGUSTINÓPOLIS – O Serviço de Atenção Especializada às Pessoas em Situação de Violência (SAVIS) do Hospital Regional de Augustinópolis (HRAUG) realizou na última quarta-feira, 27, no setor de Pediatria, ação alusiva à campanha nacional Maio Laranja, mês dedicado ao combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação foi organizada pela equipe do SAVIS, Núcleo de Educação Permanente (NEP), e Humanização da unidade.
Durante a programação, foram realizadas orientações educativas e reflexões voltadas à promoção do cuidado, acolhimento e proteção das crianças e adolescentes, enfatizando o compromisso coletivo no enfrentamento de toda forma de violência.
O diretor geral do HRAUG, Laércio Lima apontou que, “é essencial à realização desta ação educativa, para reforçar a importância da denúncia sobre qualquer forma de violência contra crianças e adolescentes, visando a proteção e o cuidado deles. Esta campanha nos lembra que proteger a infância é responsabilidade de todos, promovendo assim, o respeito, a escuta e segurança para que as crianças e os adolescentes cresçam com dignidade e proteção”.
A coordenadora do SAVIS/HRAUG, Célia Cerqueira, apontou que, “a iniciativa integrou as ações de educação em saúde pública desenvolvidas pela unidade hospitalar, considerando que a violência em suas diversas formas, constitui um grave problema de saúde pública, com impactos físicos, psicológicos e sociais que comprometem o desenvolvimento e a qualidade de vida das vítimas. Nesse contexto, o SAVIS reforçou a relevância da prevenção, da identificação precoce dos sinais de violência e da atuação articulada entre os serviços de saúde, educação, assistência social, segurança pública e comunidade”.
O pai e acompanhante Joelson Sousa, da paciente Sarah Joice relatou que, “fiquei bastante satisfeito com a ação desenvolvida no hospital, aqui no setor de Pediatria. Foi mostrada a importância de termos cuidado com nossas crianças e de orientá-las a pedir ajuda caso passem por alguma situação ou tentativa de abuso sexual. Falar sobre o assunto é fundamental para proteger crianças e adolescentes”.
(SECOM-TO)