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MST oficializa candidatura de Antônio Marcos à Assembleia Legislativa do Tocantins para as eleições de 2026

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Movimento Sem Terra busca representação institucional para fortalecimento de suas pautas.. – Foto: Divulgação/ Assessoria

PALMAS — O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Tocantins oficializou a candidatura de Antônio Marcos (PT) à Assembleia Legislativa do Estado para o pleito de 2026. O anúncio foi feito durante a Convenção Por Todo Tocantins, realizada no auditório da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), na capital, reunindo militantes e lideranças políticas locais e nacionais.

A oficialização da candidatura ocorreu no âmbito da coligação formada por PSD, PSB, PDT e pela Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB). O evento contou com a presença do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, reforçando o alinhamento e o apoio do governo federal às candidaturas progressistas na região.
Representação institucional e base eleitoral

Esta será a terceira disputa eleitoral de Antônio Marcos, que já concorreu nos pleitos de 2018 e 2022. Além da ativismo como Coordenador Nacional do MST e Secretário Estadual Agrário do PT, o candidato articula sua plataforma política com base na experiência acumulada no diálogo com comunidades tradicionais, rurais e urbanas do estado.

De acordo com a organização do evento, a convenção atraiu cerca de 200 apoiadores organizados em caravanas vindas de 12 territórios — incluindo acampamentos, assentamentos e pré-assentamentos — de municípios como:

Regiões do Bico do Papagaio, Cantão, Sudeste e Médio Araguaia

Plataforma política e compromissos

Em seu discurso de oficialização, Antônio Marcos ressaltou que a principal pauta de sua candidatura é o fortalecimento da reforma agrária popular e a garantia da segurança alimentar por meio da agricultura familiar.

“Combater a fome é produzir comida de verdade. Vamos abraçar o combate pelo fim do feminicídio”, declarou o candidato ao defender a centralidade dos trabalhadores do campo nas decisões legislativas estaduais.

Com a homologação, o movimento busca garantir uma representação direta na Casa de Leis do Tocantins para pautar o avanço de políticas públicas voltadas ao meio rural e ao combate à desigualdade social no estado.

(Redação Voz do Bico, com informações Comunicação Antônio Marcos)

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