
ARAGUATINS – A menopausa gera uma série de dificuldades que podem afetar a saúde física, emocional e social das mulheres. Diante dessa realidade e sabendo da importância de iniciativas que amenizam esses efeitos, o Campus Araguatins, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), realiza o projeto “Desenvolvimento de goma de mascar fitoterápica à base de extrato de amora (Morus spp.) para o alívio dos sintomas da menopausa”. O trabalho une inovação tecnológica, sustentabilidade e saber tradicional, demonstrando o potencial da pesquisa científica aplicada à melhoria da qualidade de vida da população.
A pesquisa teve início em 2023, por meio do Edital nº 35/2023 do Programa de Iniciação científica IFTO/CNPq e, mesmo após o término do edital, segue em desenvolvimento e foi aprovada na Chamada Pública “Meninas na Ciência” para apresentação na 16ª Jornada de Iniciação Científica e Extensão (JICE) do IFTO, que acontecerá de 10 a 13 de novembro de 2025 no campus Gurupi.
Já a orientadora do estudo, professora Kátia Paulino, enfatiza o papel social dos Institutos Federais na promoção de pesquisas com impacto real. “Os institutos federais desempenham um papel crucial ao desenvolver pesquisas sobre temas relevantes, como a menopausa, que ainda carecem de visibilidade científica. Este projeto mostra como a ciência pública pode gerar soluções que melhoram a vida das pessoas e promovem inclusão”.
O Campus Araguatins celebra essa conquista como um exemplo do compromisso institucional com a pesquisa aplicada, a inovação tecnológica e a formação de mulheres cientistas comprometidas com o desenvolvimento social e científico do Tocantins, espaço de destaque para o protagonismo feminino em ciência, tecnologia e inovação dentro do IFTO.
(Com informações da coordenação de comunicação de Araguatins )