Voz do Bico

Caminhar pode atrasar o Alzheimer em até sete anos, indica estudo

Foto: Gemini_Generated

267
(imagem ilustrativa). – Foto: Gemini_Generated

Um novo estudo da Nature Medicine sugere que caminhar mais pode ajudar a retardar o declínio cognitivo em pessoas com alto risco de desenvolver Alzheimer.

Segundo os pesquisadores do Mass General Brigham e da Universidade de Harvard, adultos em estágio inicial ou pré-sintomático da doença que caminhavam entre 3.000 e 5.000 passos por dia apresentaram um atraso de cerca de três anos na perda cognitiva.

Já aqueles que davam entre 5.000 e 7.000 passos tiveram um atraso médio de sete anos.

“Mesmo uma atividade moderada pode ajudar a desacelerar esse processo”, afirmou a neurologista Wai-Ying Wendy Yau, autora principal do estudo.

Atividade física protege o cérebro

Mais movimento, mais benefícios

Segundo especialistas, ainda há dúvidas sobre quais tipos de exercício são mais eficazes, mas o consenso é claro: mover-se faz bem. “Aumentar o tempo de caminhada e a atividade física só traz resultados positivos”, afirmou John Thyfault, da Universidade do Kansas.

Andar mais pode reduzir o acúmulo de proteínas associadas ao Alzheimer e postergar o declínio cognitivo – Foto: Pixabay
– Colaboração para o Olhar Digital

(OLHAR DIGITAL)

Sair da versão mobile