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Confira essas cinco dicas para a compra da casa própria

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Quanto mais detalhado for o planejamento, mais tranquilidade haverá na hora de quitar a dívida. Foto: Reprodução.

Mesmo em períodos de instabilidade da economia, sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria, em muitos casos, não é adiado. A especialista em finanças pessoais Carol Stange afirma que é preciso conhecer suas despesas reais e entender as formas de financiamentos oferecidas pelo mercado. Confira cinco dicas para o seu planejamento:

1. Conheça seus números 

Prepare o orçamento. Priorize a quitação de dívidas e pendências financeiras e identifique sua capacidade de poupança mensal. Esses são os pontos principais para que você comece a colocar o seu sonho em prática com o “pé direito”. Uma boa dica é aproveitar o momento para observar o padrão de consumo familiar e readequar hábitos financeiros que estejam exagerados ou sem o devido controle. Quanto mais conhecimento sobre seus números você tiver, mais fácil se tornará a realização desse sonho. 

2. Comece a economizar

Reduzir as despesas é um ponto relevante em todo planejamento e readequar os gastos ou eliminá-los (nem que seja por um período de tempo específico) pode significar chegar mais cedo à realização do objetivo do imóvel próprio. Sempre há alternativas mais econômicas para nossa rotina, como substituir a ida ao trabalho de carro pelo metrô, ônibus ou carona, ou negociar home office em alguns dias específicos da semana. Você pode gostar de: Precisando fazer sobrar dinheiro? Dicas práticas. 

3. Guarde dinheiro 

Aqui um ponto de atenção que passa facilmente despercebido: economizar e poupar são coisas diferentes. Se economizar refere-se a cortar e reduzir gastos, poupar significa que vamos destinar o dinheiro economizado para um objetivo em específico, nesse caso, a compra de um imóvel (aliás, definir um objetivo para o dinheiro economizado é o principal motor para a realização de qualquer plano). Com o dinheiro poupado, é interessante pesquisar por investimentos que reflitam o perfil de investidor e o prazo para o qual está planejado usar esses recursos. Importante saber que, quanto maior a entrada financeira, maior o poder de negociação e menos juros serão pagos ao optar por um financiamento. 

4. Projete eventos futuros 

Se a compra do imóvel reflete, por exemplo, o desejo de aumentar a família, é preciso também incluir esse evento no planejamento financeiro. Identifique “quanto” do orçamento mensal será comprometido com esse evento. Pense também no caso de  uma demissão inesperada, que deve constar no planejamento. Mesmo que o objetivo principal seja a compra de um imóvel, a construção da reserva financeira tem um papel insubstituível.  

5. Escolha a melhor forma de pagamento do seu imóvel 

É preciso muita pesquisa e análise ao optar por um financiamento bancário, pois cada instituição financeira, apesar de precisar cumprir com determinadas regulamentações do Banco Central, é livre para oferecer condições específicas e únicas para seus clientes. Fazer cotações em diversos bancos e comparar todos os pontos positivos e negativos das propostas é a melhor ideia.     

 O saldo da conta do FGTS, que é aquela reserva formada a partir de depósitos mensais que o empregador deve fazer em uma conta bancária na Caixa Econômica Federal em nome do empregado, pode ser destinado para pagamento da casa própria. Sua utilização contempla a compra de um imóvel residencial (pronto ou em construção), a amortização ou liquidação do saldo devedor, ou o pagamento de parte do valor das prestações (essas duas últimas valem para contratos já em andamento). O FGTS também pode ser utilizado para ofertar os lances no consórcio imobiliário ou até mesmo para complementar o valor da carta de crédito. 

(Assessoria Carol Stange)

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