
Nem todo plagiador é mau-caráter: de acordo com pesquisa da empresa Turnitin, falta de tempo e de conhecimento sobre plágio são alguns dos motivos que fazem estudantes copiarem trabalhos alheios.
Fundada há 20 anos, a plataforma está presente em vários países, como o Brasil. As instituições contratam o software, que compara as teses dos estudantes com sua base de dados — são 62 bilhões de páginas da internet, 697 milhões de trabalhos acadêmicos e 175 milhões de monografias, livros e artigos — e sinaliza quais partes podem ser melhoradas.
Há versões disponíveis para trabalhos do Ensino Médio e do Ensino Superior. A plataforma afirma que 26 milhões de estudantes e educares utilizam o serviço, com cerca de 500 milhões de trabalhos submetidos à verificação.
“Nossa missão é criar a cultura de integridade acadêmica”, afirma a gerente de marketing Mariana Rutigliano. De acordo com a plataforma, as formais mais comuns de plágio no mundo são: copiar um texto na íntegra; copiar e colar partes do texto; substituir palavras do texto original.
(REVISTA GALILEU)