
IMPERATRIZ – Em cerimônia realizada no Ministério das Cidades, nesta terça-feira (10), o ministro Alexandre Baldy assinou a autorização para retomada das obras de 2.920 unidades habitacionais do Residencial Canto da Serra, em Imperatriz. O complexo pertencente à Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida, que atende famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil, estava com as obras paralisadas desde o início de 2017.
O investimento para o reinício das obras será de R$ 73,55 milhões. Os recursos são do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). A retomada de obras contempla as etapas de 1 a 7 do Residencial Canto da Serra, com obras de pavimentação, macrodrenagem e conclusão das unidades habitacionais, e será iniciada ainda no mês de abril.
A previsão é que sejam beneficiadas 11.680 pessoas da cidade. O Alexandre Baldy ressaltou que o reinício das obras das unidades paralisadas em Imperatriz é um marco do esforço em parceria com o poder legislativo e com os agentes financeiros do Programa Minha Casa, Minha Vida.
“A retomada dessas obras possui um simbolismo profundo. Tivemos um conjunto de esforços, mesmo sabendo do desgaste necessário. Hoje, podemos dizer que esse momento é fruto desse processo, tomado com muita coragem. Com apoio do Congresso Nacional, nos dando o orçamento necessário, retomamos diversas obras em todo o país, juntamente com a ação da Caixa Econômica Federal. Hoje, celebramos que mais de 11 mil pessoas poderão realizar o sonho da casa própria”, disse.
O prefeito de Imperatriz, Assis Ramos, exaltou que a retomada irá resolver um dos grandes problemas do município. “A paralisação trouxe um desgaste muito grande para nós, atingindo a população de Imperatriz. Ficamos satisfeito com a preocupação do ministro, e a palavra que tenho é de agradecimento ao Ministério das Cidades”, afirmou.
O Residencial Canto da Serra foi contratado em 2012, no âmbito da Fase 2 do Programa Minha Casa, Minha vida, sob investimento inicial de R$ 171 milhões. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o contrato foi interrompido por involução das obras e as empresas contratadas originalmente passam por processo judicial para pagamento de prejuízos causados pela paralisação. (Redação Voz do Bico, com informações do Ministério das Cidades)