
*Por Juarez Alvarenga
Nossas fantasias disparam como corações enfermos no carnaval. O mundo distancia da realidade, como a Terra de Marte. A realidade petrificada sendo diluída num emaranhado de sutilezas poderosas.
A lógica é condenar a concretude, elevando nossas pretensões além mar.
Não têm limites, para os sonhos convalescentes erguerem nossas lógicas camufladas e impulsionadas pelas forças das utopias.
Somente os motoristas profissionais, são capazes de manterem os carros derrapados a voltarem, para as estradas, clarividentes da realidade, depois do carnaval.
Com tudo isso, é extremamente importante saber, como saímos, psicologicamente, depois do carnaval.
Percebemos que a mulher madura, apaixonada e desiludida, que pretende ficar de camisola o dia inteiro, desanimada luta, para manter, psicologicamente, bem depois do carnaval.
Por outro lado, o jovem com potencial elevado preparando, para ir para Belo Horizonte, fazer cursinho com entusiasmo bem acima da normalidade, consagra o prazer de viver.
As saídas depois do carnaval são diferenciadas, umas dramáticas, outras provenientes de entusiasmo homéricos, prontos para as lutas épicas.
Cada individuo saí do carnaval de uma maneira.
Essas saídas, bipolares, nos conduzem ao raciocínio que a realidade chega ao individuo diferentemente. Uns assustam e deprimem, depois da maratona de sonhos. Outros, se estruturam e se erguem, aproveitando os sonhos, como motor acelerando a velocidade como piloto experiente.
Depois do carnaval, se você tiver problemas como os governador ZEMA, ao chegar à quarta-feira de cinzas, no seu gabinete na cidade administrativa, prepare para enfrentar crises.
Monta sua equipe de crises, no mundo atual se não conseguir sair sozinho seja humilde, pois a ciência atual tem muito como te ajudar. Procure um psicólogo, que servirá de porta-bandeira, para harmonizar os ritmos de sua vida em compassos, com soluções suficientemente significativa.
Juarez alvarenga é Advogado e escritor
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