Voz do Bico

Jair Bolsonaro: “a prisão seria o fim da minha vida”

O presidente da República, Jair Bolsonaro, participa de cerimônia de posse dos desembargadores Messod Azulay Neto e Paulo Sérgio Domingues, como ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ). - © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

450
Júlio César Cardoso. – Foto: Arquivo pessoal

*Por Júlio César Cardoso

Valendo-me dos adágios populares “o mundo dá muitas voltas”, “aqui se faz, aqui se paga”, “justiça tarda, mas não falha”, podemos afirmar que ninguém se mantém impune de suas responsabilidades por muito tempo.

Bolsonaro não pode reclamar da vida. Quem planta árvore daninha não pode reclamar dos frutos colhidos.

O ex-presidente se faz de rogado ao esquecer a sua atuação desumana durante a pandemia da Covid 19, em que as pessoas morriam por falta de oxigênio e de remédios.

E, de forma sarcástica, ironizava que não era coveiro para enterrar as vítimas da pandemia, bem como recomenda cloroquina em vez de vacina.

A sociedade não pode olvidar que, enquanto as pessoas agonizavam e morriam vitimadas pela doença, Bolsonaro e sua patota esquiavam no mar de Santa Catarina.

De atitudes antidemocráticas e golpistas, Bolsonaro incitou que os seus aloprados seguidores conflagrassem a nação, juntamente com as Forças Armadas, mas estas não embarcaram na insanidade do ex-presidente, e o sonhado golpe de Bolsonaro melou!

Jair Bolsonaro é um vírus contagioso que precisa ser isolado para não contaminar a nação.

Bolsonaro ao invocar a prisão como “o fim da minha vida”, deveria lembrar do fim de muitas vidas que ele negligenciou salvar na pandemia.

Júlio César Cardoso é Servidor federal aposentado

O texto acima expressa a visão de quem o assina, não necessariamente do Portal Voz do Bico. Se você quer publicar algo sobre o mesmo tema, mas com um diferente ponto de vista, envie sua sugestão de texto para vozdobico@uol.com.br

Sair da versão mobile