
Na manhã deste último sábado, 27, o Governador Marcelo Miranda, em evento do PMDB (agora MDB) confirmou que disputará a reeleição.
“Sumido” nos últimos meses, o Governador “reapareceu” em tom de campanha. Ele, como muitos pensavam, não está morto politicamente.
Mas respira por aparelhos.
O que as más línguas, a boca pequena já comenta, é que Marcelo e Siqueira estarão juntos no mesmo palanque nas eleições deste ano.
Isto mesmo que você acabou de ler, caro leitor.
Juntos!
Obviamente que todos sabemos que eles pertencem a mesma origem. Marcelo Miranda foi eleito Governador a primeira vez apoiado por Siqueira, na extinta União do Tocantins. Depois de eleito “racharam” e tornaram-se opositores.
Um velho filósofo dizia que a história se repete como farsa ou tragédia, neste caso em específico, as duas coisas.
O Prefeito de Palmas, Carlos Amastha, desponta em todas as pesquisas com indicador muito acima dos demais. Ganha em todos os cenários e de todos os pretensos candidatos.
Claro que estes números representam um percentual midiático, mas dado os cenários hipotéticos, dificilmente sofrerá alteração drástica.
Atribuo a isto essa possível e provável reconciliação entre Siqueiras e Mirandas.
É a única forma que eles acreditam que possam “vencer” o Amastha, que por sua vez se consolida a cada dia.
Só um detalhe mais do que determinante, subestimar a inteligência do povo é um erro crasso.
Veja: ninguém entende uma anomalia dessas.
Essa união é em nome de quê? Quais interesses? Quais projetos? Quais nacos populares?
Nada!
Apenas a tentativa quase desesperada de manter-se no poder a qualquer custo, não importa a forma e o método.
Vão perder abraçados.
Até abril, muita água vai rolar debaixo dessa ponte, mas como diria Mário Quintana:
“Ninguém entra duas vezes no mesmo rio, sempre é um novo rio a passar”.
Marcos Milhomens, Comentarista Político