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Aulas presenciais vão voltar em escolas particulares, após flexibilização do governo do PA, diz sindicato

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Escola particular em Belém suspende aulas após criança testar positivo para Covid-19. — Foto: Igor Mota / O Liberal

Com o retorno à bandeira laranja na região metropolitana de Belém, o Sindicato de Estabelecimentos Particulares de Ensino do Pará (Sinepe) disse que as unidades de ensino devem voltar com as atividades presenciais.

Segundo nota do sindicato, as atividades letivas em sistema híbrido, com rodízio de alunos nas aulas presenciais, devem manter número limitado nas salas, e em aulas on-line.

O sindicato disse que, com a mudança imposta pelo Governo do Estado, a “liminar que proibia o retorno de professores às escolas perde o efeito, já que a decisão era pautada em medidas mais restritivas nas regiões que estavam sob bandeira vermelha ou preta”.

Ainda de acordo com o Sinepe, a partir desta sexta-feira (23), as escolas particulares estão autorizadas a retornar atividades presenciais, seguindo protocolos e normas sanitárias para garantir segurança de alunos, professores e colaboradores.

Já o Sindicato dos Professores da Rede Particular do Pará: (Sinpro) emitiu um comunicado aos trabalhadores que afirmando que “por força de determinação judicial proferida pela 1ª Vara do Trabalho de Belém, ficou suspenso o retorno ao trabalho presencial nos estabelecimentos de ensino da rede privada de educação na região metropolitana de Belém e em todo o estado no período de 5 de abril a 3 de maio ou enquanto perdurasse o ‘bandeiramento’ preto ou vermelho”.

O sindicato afirmou ainda que o governo estadual anunciou que a partir de 23 de abril deste ano, a região metropolitana, região nordeste e Marajó Oriental saem da bandeira vermelha e passam para laranja, assim como a região do Baixo Amazonas continua em bandeira laranja.

A nota do sindicato da categoria diz também que “para as regiões do estado que alcançaram o zoneamento laranja está permitido o retorno as aulas presenciais mediante o estrito cumprimento do protocolo de segurança da Covid-19”.

Ainda segundo a nota, o sindicato afirma que “seguirá atuando na fiscalização do cumprimento dos protocolos de segurança e prevenção para assegurar o retorno seguro à atividade presencial” e que “continuará firme na luta para garantir o direito à saúde e à vida dos professores na prestação da tão importante atividade do magistério à toda a sociedade paraense”.

(G1 PARÁ)

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