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Preço do pescado sofre nova alta em Belém

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Pescado tem alta de preço em julho. (Foto: Fabio Costa/ O Liberal)

O preço do pescado comercializado em mercados na Grande Belém sofreu uma nova alta de preços no mês de julho, segundo levantamentos do Dieese/PA. No comparativo de preço dos sete primeiros meses deste ano e também dos últimos 12 meses o produto também apresentou alta de preços.

De acordo com o Dieese/PA, que analisa preços de 38 tipos de pescados mais consumidos, além do camarão regional e do caranguejo, no mês passado a maioria do pescado pesquisado apresentou reajustes, com destaque para o Peixe Serra, com alta de 16,82%; seguido da corvina, com alta de 11,71%; Tucunaré, com alta de 11,64%; Sarda, com alta de 9,57%; Xaréu, com alta de 8,50%; Cação, com alta de 7,88%; Piramutaba, com alta de 7,50%; Tainha, com alta de 7,28%; Bagre, com alta de 5,97%; Mapará, com alta de 5,05% e o Curimatã, com alta de 4,96%.

No mês de julho, algumas espécies de pescado apresentaram quedas de preços, com destaque para a Uritinga, com recuo de 22,73%, seguido do Peixe Pedra, com queda de 19,29%; Pirapema, com queda de 18,27%; Traíra, com queda de 12,55%; Pescada Branca, com queda de 12,14%; Arraia, com queda de 8,27% e Cachorrinho de Padre, com queda de 4,99%.

O reajuste referente aos sete primeiros meses de 2017 ficou, em alguns casos, acima da inflação calculada para o mesmo período, de 1,30%. Os maiores reajustes de preços foram verificados nos seguintes tipos de pescado: Traíra, com alta de 58%, seguida do Tucunaré, com alta de 24,98% e Peixe Serra, com alta de 23,11%. Também no mesmo período algumas espécies tiveram recuos de preços, como a Pirapema, com queda de 33,37%, seguida do Peixe Pedra, com queda de 15,85%; Mapará, com queda de 13,42%; e da Pescada Branca, com queda de 6,66%.

(G1/PA)

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