
A defesa do homem preso ao ser flagrado com quase 300 quilos de skunk em um avião da Igreja Quadrangular no aeroporto internacional de Belém alega que seu cliente achava que a carga era de vacina. Procurado pelo g1 nesta sexta-feira (2), o advogado Jonathan Costa diz que o suspeito trabalha com cotação de voos e que teria sido informado um dia antes sobre o suposto conteúdo.
“Ele não tinha conhecimento do que estava nas caixas. Não tinha noção do que se tratava a carga, só a informação de que seria carga de vacina, só o que ele estava sabendo”, afirma o advogado.
A prisão e apreensão da droga ocorreu no último sábado (27) no hangar de voos particulares do aeroporto de Belém em uma ação da Polícia Federal. O suspeito tentou fugir, mas foi detido e preso. “A Polícia chegou e levou todos”, disse o advogado. O piloto foi liberado depois “pois não foi verificada participação dele no crime”, segundo a PF.
Um inquérito investiga o caso e está sob sigilo, pois “existem detalhes que a PF não comenta”, informou a PF ao g1, sem confirmar a versão do advogado, quem é o preso, nem quem é o dono do avião.
(G1 PARÁ)