
Redação Voz do Bico
AUGUSTINÓPOLIS – Parte da região central de Augustinópolis ficou sem energia elétrica no fim da tarde desta sexta-feira (15) por quase 3h. O motivo foi um acidente que acabou danificando dois postes da rede de energia. Com a acidente desta sexta-feira, já somam 37 postes danificados por acidente em todo o Tocantins só este ano. Em 2018, foram 436 postes vítimas de acidentes no Estado.
Em Augustinópolis, um caminhão colidiu com um poste na Avenida Goiás, centro da cidade, e acabou danificando um segundo poste, conforme a concessionária. O acidente foi por volta das 17h e o fornecimento de energia só foi restabelecido depois das 19h. O acidente também causou transtorno no trânsito, pois a avenida é a principal da cidade e teve um trecho interditado para os serviços de substituição dos postes.
Conforme a Energisa, apenas 59 clientes ficaram sem energia elétrica em Augustinópolis por causa do acidente. Mas a reclamação por falta de energia na cidade foi em área que abrange muito mais consumidores. O trabalho para substituição dos postes começou logo após o acidente, com o acionamento de equipes da concessionária e empresa terceirizada.
A Energisa orienta que a vítima deste tipo de acidente deve permanecer dentro do veículo e pedir ajuda, comunicando o Corpo de Bombeiros e a concessionária do acidente pelo 0800 721 3330. “Para quem presencia o acidente, a orientação é a mesma, entrar em contato com a distribuidora e jamais se aproximar dos cabos de energia. Chegando ao local, a Energisa irá isolar a área de risco e adotar as medidas de segurança necessárias”, orienta a concessionária.
Ainda segundo a distribuidora, o custo médio de substituição de postes é de R$ 3 mil, e deve pago pelo motorista responsável pela colisão. Quando um transformador é afetado no acidente envolvendo poste, o custo pode ultrapassar os R$ 10.000,00.
“O custo de substituição não se resume somente aos postes derrubados, pois depois de trocar o poste é necessário que seja feita uma inspeção no trecho afetado com o intuito de verificar a existência de alguma anomalia na rede consequente da colisão. Caso existam mais estruturas condenadas pela colisão, o custo pode se elevar bastante”, ressalta a Energisa.