Preso em flagrante em 2013, quando foi pego pela polícia com de 116 (cento e dezesseis) pedras de crack e atualmente cumprindo a sua pena de 05 (anos) em regime semiaberto, o desocupado Ricardo de Sousa Arraiz, 24 anos, volta para o xilindró, e mais uma vez pelo exercício da mesma atividade criminosa.
A ação policial que deu cabo a atividade de Arraiz, aconteceu na tarde desta sexta-feira, 17, pelos agentes da Polícia Civil de Augustinópolis sob a coordenação do delegado de polícia dr. Jacson Wutke, cumprindo mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca augustinopolina. A prisão em flagrante se deu na residência do acusado e resultou na apreensão de diversas porções de pedras de “crack”, já devidamente acondicionadas para vendas.
Após lavrado o auto de prisão a autoridade policial determinou o recolhimento do autuado à Cadeia Pública no Município de Augustinópolis (TO), devendo lá permanecer à disposição do Juízo Criminal da Comarca e mais uma vez Ricardo Arraiz irá responder pela prática do crime de tráfico de drogas, tipificado no art. 33, “caput”, da Lei nº 11.343/2006.
AÇÃO COORDENADA
De acordo com o Delegado de Polícia Civil, dr. Jacson Wutke, “o sucesso da operação se deve à integração dos setores de Inteligência da Polícia Civil de Augustinópolis e Araguatins, assim como o apoio incondicional do Ministério Público e do Poder Judiciário local. “Todos os órgãos de investigação criminal estão encadeados para garantir a segurança de nossa sociedade, mas para o verdadeiro sucesso da nossa missão é imprescindível o auxílio da população com informes sobre crimes e atividades suspeitas”, pediu o delegado.
Ele diz ainda que as portas da delegacia e do seu gabinete estão abertas a todos, seja para denúncia formal, seja para denúncia anônima. Sobre a operação que resultou na prisão de Ricardo de Sousa Arraiz, destacou que “a população augustinopolina pode se sentir mais segura, com a retirada de mais um traficante de forte atuação no município e com a apreensão das substâncias entorpecentes, principalmente considerando os efeitos devastadores do ‘crack’ na sociedade.”
