Voz do Bico

Amastha rebate críticas e diz que adversários estão em desespero

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Prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). – Foto: Internet

Após visita que realizou ao sudeste do Estado pela Frente Nacional dos Prefeitos, o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), foi questionado por várias forças políticas, inclusive por parte do ex-governador, Siqueira Campos (sem partido), por conta dos pronunciamentos que teria realizado. Amastha rebateu as críticas dizendo que seus opositores estão em desespero por medo de sua popularidade.

De acordo com manifestação por nota do grupo ligado à Amastha, “nota-se que Siqueira e Eduardo (DEM), em seus argumentos dizem ter se sentido ofendidos por Amastha ter chamado Palmas de patinho feio, que eles têm a paternidade de Palmas e do Tocantins”, argumentando sobre as críticas sofridas por Amastha pelo pronunciamento que fez.

A nota segue justificando: “Na realidade o que se extrai da fala de Amastha é que quando ele assumiu a prefeitura, Palmas estava abandonada, com ruas e avenidas esburacadas, que Palmas naquele momento se sentia o patinho feio e que sua gestão levantou a autoestima dos Palmenses e colocou a capital Tocantinense no mapa do turismo nacional e que Palmas merece tudo que está vivendo. Mas que não aceita ver Palmas bem e o restante do Tocantins nessa situação de caos, que quer fazer no Tocantins todo o que fez em Palmas”.

Em suas explanações, Amastha não poupou críticas ao governador Marcelo Miranda (PMDB) a quem acusou de usar dinheiro público para fazer turismo. “Não existe nenhuma política pública de incentivo ao turismo no estado e o governo, mesmo devendo salários dos trabalhadores do estado, usa o dinheiro que deveria pagar esses pais e mães de família para fazer turismo no exterior”, disse o prefeito de Palmas.

No sudeste Amastha cumpriu agenda em busca da reestruturação do partido, nomeando comissões provisórias, dando posse a diretórios municipais, visitando líderes políticos, conversando com populares e, especialmente, visitando projetos e empresas da região, como o projeto Manoel Alves, onde observou suas particularidades, para de posse dessas demandas formular seu programa de governo.

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