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Com 75% dos votos, Mauro Carlesse é eleito governador do Tocantins

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Mauro Carlesse ficará no cargo até 31 de dezembro. Foto: Divulgação

Redação Voz do Bico

AUGUSTINÓPOLIS – Com pouco mais de 95% das urnas apuradas e com 75% dos votos, Mauro Carlesse (PHS), da Coligação Governo de Atitude, é eleito governador do Tocantins na eleição suplementar deste domingo (24). Carlesse ficará no cargo até 31 de dezembro de 2018, no chamado mandato tampão. Ele também pode se candidatar nas eleições gerais de outubro para tentar o mandato para os próximos quatro anos.

Totalizando 3.547 seções apuradas, às 17h57, Mauro Carlesse venceu o pleito com 75% dos votos, que representa mais de 350 mil. Vicentinho Alves ficou em segundo lugar com 24% dos votos válidos, ou seja, pouco mais de 116 mil. Mais de 340 mil abstenções já foram registradas. Votos brancos totalizam 16 mil e votos nulos 149 mil.

O candidato acompanhou a votação em Gurupi com aliados e já comemora a vitória no pleito. Dentre os aliados, estão os deputados federais César Halum e Lázaro Botelho e os deputados estaduais Eduardo do Dertins, Cleiton Cardoso e Valderez Castelo Branco, além de líderes políticos locais e de outras  regiões do estado.

O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins tem até o dia 9 de julho para diplomar o governador e vice-governador eleitos neste domingo, conforme previsto na Resolução da Justiça Federal, de 19 de abril de 2018. A data da posse do governador ainda será definida pela Assembleia Legislativa do Tocantins.

Perfil

Mauro Carlesse nasceu em Terra Boa (PR) e, no Tocantins, atuou como empresário e agropecuarista. Ele iniciou na política ao se filiar no Partido Verde (PV) em 2011. Foi candidato a prefeito em Gurupi nas eleições de 2012, mas não venceu. No ano seguinte, mudou-se para o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e venceu as eleições de 2014 para deputado estadual.

Em 2016, o então deputado Carlesse foi eleito presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins para o biênio 2017/2019. Em março de 2018 ele assumiu o Governo do Estado após a cassação de Marcelo Miranda (MDB) e Cláudia Lelis (PV). Ele se candidatou para permanecer no cargo e conseguiu se eleger no segundo turno da eleição suplementar.

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