*Por Angelo Cavalcante
Desde o 07 de outubro de 2023, início da infame guerra genocida de Israel contra os palestinos até 30 de julho de 2024, 4.156 estudantes perderam a vida e 7.818 ficaram feridos e gravemente feridos na Faixa de Gaza.
Esses são dados do Ministério da Educação da Palestina (MEP). O Ministério informou que 221 professores e diretores/coordenadores/supervisores escolares foram mortos; 703 ficaram feridos no que restou de Gaza; 05 ficaram feridos e para mais de 70 profissionais da educação foram encarcerados, enjaulados sem qualquer acusação prévia na Cisjordânia.
Na marcha de ódio e sangue de Israel, o MEP revela que Netanyahu determinou o bombardeio de 343 escolas; 65 delas vinculadas à “mui perigosa” Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (UNRWA).
Essa dramática e revoltante contabilidade demonstra que destas, 07 foram destruídas; 83 foram intensamente danificadas e; 38 escolas postas e situadas na Cisjordânia foram militarmente invadidas e, por óbvio, tomadas.
O resumo dessa satânica ópera, segundo o MEP, é que 90% de todas as escolas inscritas e situadas no território palestino foram atacadas; 29% delas não podem funcionar porque foram completamente destruídas ou submetidas a danos graves.
Por fim, 33 escolas palestinianas são agora descabidos e ameaçados centros de refúgio na Faixa de Gaza.
Que vivam os estudantes!
Angelo Cavalcante é Economista, professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Itumbiara.
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