*Por Marcos Milhomens
Quem mora em Palmas já deve estar se familiarizando com um cheiro bastante peculiar. Um cheiro forte. Está praticamente na cidade inteira. Da região norte à sul.
Este cheiro é o cheiro do progresso. Das mudanças. Das transformações. Do fim definitivo da poeira e da lama.
É o cheiro do asfalto.
Quadras residenciais históricas na cidade de Palmas, inacreditavelmente, ainda estavam sob poeira e lama em tempos de chuva. Um problema que se arrastava há vários anos e mandatos de Prefeitos que passaram e não resolveram. Ninguém consegue entender por que quadras novas inabitadas têm infra-estrutura e asfalto e antagonicamente quadras antigas, com milhares de moradores, sem estrutura alguma, muito menos asfalto.
O que fica dramaticamente evidente é que foi por pura falta de vontade política dos gestores anteriores.
Espírito público é para poucos.
Hoje, esta realidade está mudando. Há o reconhecimento inclusive dos opositores do Prefeito. Aliás, não há quem não reconheça, ou melhor, não veja.
Há obras de pavimentação asfáltica por toda a cidade. O revestimento asfáltico na composição de pavimentos flexíveis é uma das soluções mais tradicionais e utilizadas na construção e recuperação de vias urbanas, vicinais e de rodovias.
Há também as más línguas, à boca pequena, que afirmam que Palmas virou um canteiro de obras, literalmente, por que o Prefeito quer ser Governador (simples assim).
Eu particularmente não interpreto isto como uma crítica desconstrutiva, francamente.
Que bom seria se todo Prefeito quisesse ser Governador e transformasse suas respectivas cidades em “canteiros de obras”.
A população agradeceria.
É sempre bom lembrar também, que todo padre quer ser bispo.
Almejar um cargo maior e trabalhar para obtê-lo, é absolutamente natural.
Quem vai credenciá-lo para sim ou para não é o crivo do povo.
É justamente aí que mora a angústia de muitos. Os que têm medo de povo.
Adeus poeira!
Marcos Milhomens – Comentarista Político e Publicitário.












