Entre sandalos e hortências – o descanso de um genocida continental

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023 às 18:39
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Foto: Arquivo pessoal

*Por Angelo Cavalcante

Destruiu, quebrou o país e agora se esconde, se homizia onde as mafias do mundo ao fim, se encontram para o desfrute suave e tranquilo da pilhagem e do roubo que realizaram.

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Lugar mais adequado, mais apropriado seria impossível… Nos braços, aconchegos e litorâneas do Império!

Bolsonaro desmantelou a economia brasileira, arruinou com o orçamento público e realizou os piores e mais casuísticos gastos públicos a fim da continuidade do seu reinado.

O bem pior… Nos deixa uma pelha de zumbis fanatizados, um sem-número de uma gente idiotizada bradando por golpes, quarteladas e rupturas.

É espécie de psicose coletiva, um rasgado mundo paralelo dentre nós e que, é claro, temos de suportar em nome da “democracia, da paz e da unidade nacional”.

A ver até aonde essa infâmia, esse insulto irá vibrar, tilintar com seus chocalhos moucos!

Ao fim e ao cabo é o legado que o fascista nos deixa; enquanto isso, para não agravar sua tristeza e que se somatiza em micoses, hematomas e perebas distribuídas pelo seu corpo passeia por parques e passaredos de Orlando ou Miami.

Não raro, é identificado por simpatizantes; por alguns é saudado, por outros é ignorado e ainda existem aqueles que lhe rendem continência como se o experimento militar do ex-capitão tivesse sido algo positivo.

Ora, ora…

…Está muito bem posto em seus respectivos autos de expulsão das Forças Armadas a destacada indisciplina, o mau comportamento e o aberto desrespeito para com superiores hierárquicos. A coisa não piorou mais ainda por conta de acordos e tratativas disciplinares e que lhe atenuaram de medidas mais duras.

De toda forma, Bolsonaro está onde deveria estar… É o que lhe cabe, é o que será devidamente registrado em sua biografia de sangue e ódio.

Não vamos evidentemente, cair no erro de olvidar de mais de trezentos mil mortos por covid-19 sob sua imediata e direta gestão e responsabilidade.

Enquanto isso, o povo brasileiro, na indefinida mescla que o caracteriza se encontra ardente e festivo de esperança e de sonhos renovados com as reais possibilidades do novo governo.

Feliz 2023!

Angelo Cavalcante é Economista, professor da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Itumbiara.

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