#FalaNIT promove oficinas sobre Empresa Júnior no Câmpus Augustinópolis

sábado, 6 de maio de 2023 às 09:21
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AUGUSTINÓPOLIS – O Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) promoveu bate-papos e oficinas sobre Ambiente de Inovação e Empresa Júnior no Câmpus Augustinópolis, nesta sexta-feira, 5. A programação ocorreu no período matutino e vespertino, reunindo professores, acadêmicos e técnicos administrativos da Instituição.

A proposta foi conduzida pela coordenadora de Incubadoras e Parcerias, Mylena Jacundá, e contou com a presença e participação do professor Nélio Noleto, que também integra a coordenadoria. O articulador do NIT nos câmpus do Bico do Papagaio, Marco Aurélio Cavalcante Ayres, e a diretora do Câmpus Augustinópolis, Gisele Padilha, também estiveram presentes na discussão.

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Os bate-papos e as oficinas são parte da iniciativa #FalaNIT que vai alcançar todos os câmpus da Universidade com essa proposta de debater e difundir a cultura da Propriedade Intelectual e de Ambientes de Inovação entre a comunidade acadêmica.

“Foi bastante incrível conhecer os Ambiente de Inovação, sobretudo, a Empresa Júnior! Eu saí da oficina bastante empolgado em repassar o que eu aprendi aos meus colegas e futuramente apresentar ideias para a construção de uma empresa Júnior vinculado ao nosso curso de Direito”, compartilhou o acadêmico Lucas Sobrinho.

Os acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, que integram o Núcleo de Práticas Contábeis (NPC), participaram da oficina do período vespertino e saíram da programação com sugestões de nomes para a Empresa Júnior do curso.

“Nós já prestamos algumas assessorias dentro do NPC, mas no momento estamos voltados apenas para microempreendedores. Então, a partir do momento que temos a oportunidade de entender mais sobre a Empresa Júnior podemos ampliar o nosso conhecimento e oferta de serviços, alcançando outros públicos”, projetou o acadêmico Raylan Bruno Sousa Barbosa.

Para a coordenadora do curso de Enfermagem, Hanari Tavares, “foi um momento de aprendizado e troca de ideias sobre a importância de ter uma empresa para oferecer serviços à comunidade. A participação no evento gerou ideias que serão discutidas com o curso e os acadêmicos de enfermagem para pensar em uma empresa junho. Esse momento foi enriquecedor e serviu como inspiração para a criação de um negócio que possa ajudar a comunidade”, observou.

“Achei bem interessante a oficina de hoje pela possibilidade que ela ofereceu em relação ao curso da saúde. Como professora de Medicina, percebi que podemos trabalhar dentro de ambientes de inovação, o que pode gerar ideias que no futuro se transformem em algum produto que uma Empresa Júnior poderia desenvolver”, opinou a professora Sylla Figueredo, do colegiado de Medicina.

O que diz a legislação

No Brasil, a empresas juniores são regulamentadas pela Lei 13.267, que disciplina a criação e organização das EJ. Conforme a legislação, uma Empresa Júnior é uma entidade organizada como uma associação civil gerida por estudantes matriculados em cursos de graduação de instituições de ensino superior, com o objetivo de realizar projetos e serviços que contribuam para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos membros, preparando-os para o mercado de trabalho.

A coordenadora de Incubadoras e Parcerias, Mylena Jacundá, que conduziu as oficinas, comemorou a receptividade da comunidade acadêmica. “Fomos muito bem recebidos e percebemos um movimento de cultura de inovação dentro da universidade. Tivemos a oportunidade de esclarecer dúvidas e mostrar que é possível prestar serviços de qualidade para empresas e instituições públicas e privadas. Além disso, é possível inovar e solucionar problemas da sociedade, sempre mantendo em mente o desenvolvimento social, cultural, ambiental e econômico dos espaços em que estamos inseridos”.

E complementou: “A Empresa Júnior oferece um ambiente propício para que os alunos possam se desenvolver, se qualificar e se tornarem profissionais mais capacitados. Também é possível desenvolver habilidades em liderança, comunicação e foco humanitário”, concluiu.

Para a diretora do Câmpus Augustinópolis, Gisele Padilha, a programação do NIT marca o início de uma nova fase. “Já nos destacamos pelas pesquisas e projetos de extensão que desenvolvemos, agora, é hora de avançar e inovar por meio das oportunidades que a Unitins, por meio do NIT, nos oferece. Foram oficinas muito produtivas que, com certeza, deixaram sementes nos nossos alunos”, assinalou.

(DICOM UNITINS)

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