Três municípios do Bico do Papagaio passam por capacitação sobre o monitoramento do mosquito Aedes aegypti feita pela SES-TO

quinta-feira, 21 de março de 2024 às 15:12
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As armadilhas de oviposição (ovitrampas) são pequenos baldes com palhetas de eucatex. – Foto: Dayana Nascimento/Governo do Tocantins

BICO – Com objetivo de realizar o controle e monitoramento do mosquito Aedes aegypti a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) iniciou na quarta-feira, 20, uma capacitação para implementação da vigilância entomológica com armadilhas de oviposição (ovitrampas). Nesta primeira etapa de 2024 serão qualificados 16 municípios dentre eles Aguiarnopolis, Ananás e Itaguatins, no Bico do Papagaio.

“O monitoramento por ovitrampas é uma estratégia entomológica muito eficiente para detectar a presença do Aedes aegypti e a partir dos anos de 2003 o Ministério da Saúde retornou essa atividade para a rotina do controle realizado pelos Agentes de Endemias. Por ser uma metodologia de alta sensibilidade à utilização da mesma possibilita um monitoramento rápido e retirada de circulação do vetor, destacou o gerente do Laboratório Estadual de Entomologia/SES-TO, Rogério Rios Coelho.

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Além da capacitação, todos os municípios treinados para implementação da vigilância entomológica com armadilhas de oviposição serão acompanhados pelas equipes da SES-TO, durante a execução da metodologia.

Além dos três municípios biquenses, fazem parte do treinamento Barrolândia, Brejinho de Nazaré, Caseara, Colinas, Dois Irmãos, Lizarda, Mateiros, Miracema do Tocantins, Miranorte, Monte do Carmo, Palmas, Pium e Rio dos Bois.

 Treinamento

Entre os dias 26 a 28 serão capacitados mais 18 municípios: Araguaçu, Araguanã, Babaçulândia, Bandeirantes, Cariri, Centenário, Combinado, Crixás, Dianópolis, Filadélfia, Goianorte, Itacajá, Novo Jardim, Pau d’Arco, Peixe, Ponte Alta do Bom Jesus e Santa Terezinha.

 Ovitrampas

As armadilhas de oviposição (ovitrampas) são pequenos baldes com palhetas de eucatex, água e larvicida biológico (Bacillus thuringiensis israelensis), onde as fêmeas dos insetos depositam os seus ovos. São instaladas em pontos estratégicos para a contagem de ovos do mosquito, para em seguida, os agentes de endemias realizarem a coleta da amostragem e tabular os dados.

Com essa armadilha os agentes conseguem observar, de maneira mais rápida e eficiente, a quantidade de mosquitos em determinada região que a ovitrampa está instalada. A estratégia acelera as ações de combate ao mosquito.

(SECOM-TO)

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