Tramitação na ALETO: Proposta de indenização de R$ 1.200 aguarda parecer jurídico

terça-feira, 5 de maio de 2026 às 07:38
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Governo e categorias chegaram a consenso, proposta está na Aleto e servidores pretendem estar mobilizados para cobrar celeridade na análise e aprovação. – Foto: Isis Oliveira

PALMAS – O processo legislativo referente à indenização dos servidores estaduais do Tocantins atingiu uma etapa decisiva na Assembleia Legislativa (ALETO). Após um ciclo de renegociações entre o Poder Executivo e as categorias representativas, o texto que fixa o benefício em R$ 1.200,00 encontra-se sob análise da Procuradoria da Casa, onde aguarda o parecer de legalidade para avançar às comissões e ao plenário.

A definição do valor atual é o resultado de um ajuste técnico e político. Originalmente, o Governo do Estado havia proposto o montante de R$ 1.000,00, balizado por estudos de viabilidade financeira. No entanto, o texto sofreu emendas parlamentares que elevaram o teto para R$ 1.500,00, gerando um impasse jurídico e fiscal.

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Diante do risco de vício de inconstitucionalidade e de desequilíbrio nas contas públicas, o Governo reeditou a Medida Provisória, convergindo para o valor intermediário de R$ 1.200,00. Este novo patamar foi aceito pelas categorias, que reconheceram a necessidade de manter a segurança jurídica do pagamento.

“A aceitação das categorias foi fundamental para garantir que o benefício não fosse alvo de suspensões judiciais futuras, respeitando os limites da responsabilidade fiscal”, destacou o Executivo em nota técnica.

Próximos Passos Legislativos

O foco das atenções agora se volta para a Procuradoria da ALETO. O órgão técnico tem a missão de avaliar a constitucionalidade do substitutivo e sua adequação às normas de direito administrativo.

Parecer da Procuradoria: Análise estrita da legalidade.

Comissões Temáticas: Debate sobre o mérito e impacto orçamentário.

Votação em Plenário: Aprovação definitiva para sanção e implementação do pagamento.

A expectativa do funcionalismo público é de que a análise jurídica ocorra com celeridade, uma vez que a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) já sinalizou positivamente para a viabilidade do novo texto, visando evitar a suspensão total de pagamentos por falta de amparo legal adequado.

Fonte: R1 Palmas

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