Acusados de matar o dentista Klébio Guedes são condenados a mais de 24 anos de prisão

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018 às 08:59
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Momento da leitura das sentenças no Fórum de Augustinópolis.Os três acusados Foto: Divulgação

Redação Voz do Bico

AUGUSTINÓPOLIS – Foram proferidas, na madrugada desta quarta-feira (19), as sentenças dos acusados de terem matado o dentista Klébio Pereira Guedes. Os três foram condenados a mais de 24 anos de prisão em regime fechado, pois a Justiça negou o pedido para que os três recorram em liberdade.  Manoel Fabrício Teles Pereira, acusado de ser o mandante do crime, teve a maior pena e foi condenado a 32 anos e 11 meses. O julgamento começou na manhã da última segunda-feira (17).

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Já Antônio Mendes Nonato, acusado de ser o pistoleiro que executou o dentista, foi condenado a 28 anos e 10 meses de prisão. Acusado de intermediar o assassinato, Estevão Emílio Castro Almeida recebeu pena de 24 anos e 10 meses de prisão. As sentenças foram proferidas pelo juiz Jefferson David Asevedo, que presidiu as sessões Tribunal do Júri no Fórum de Augustinópolis.

Conforme o processo, os três foram julgados por assassinato, ocultação de cadáver, associação criminosa e furto com implicações da lei de crimes hediondos. A acusação foi feita pelo Ministério Público Estadual e estiveram à frente do processo os promotores Paulo Sérgio Ferreira e Elizon de Sousa Medrado.

Até o fechamento desta matéria, a Redação do Portal Voz do Bico não recebeu nenhuma manifestação das defesas dos condenados. O espaço continua aberto para o posicionamento dos advogados de defesa.

O crime

Dentista Klébio Guedes Foto: Divulgação

O assassinato do dentista Klébio Pereira Guedes aconteceu em março de 2015 e teve grande comoção social na região do Bico do Papagaio. O dentista desapareceu no dia 7 de março, quando foi visto em supermercado em Augustinópolis. O corpo dele foi encontrado 10 dias depois em avançado estado de decomposição às margens da BR-230, nas proximidades do povoado Transaraguaia, zona rural de Araguatins.

Na época do crime, testemunhas informaram à polícia que, horas antes de desaparecer, Klébio teria combinado com alguns amigos de ir com eles a uma festa no Maranhão. Antes de encontrar com os amigos, o dentista desapareceu sem dar informações. O corpo do dentista foi encontrado 10 dias depois e teria sido morto com três tiros.

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