
NACIONAL – O crédito rural nos primeiros 30 dias do Plano Safra 2020/2021 foi 50% superior ao do mesmo período no ano passado, alcançando o recorde de R$ 24,15 bilhões. O resultado foi divulgado no Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).
O secretário de Política Agrícola e ex-deputado tocantinense César Halum falou sobre o que significa o expressivo aumento do valor aplicado nesse primeiro mês do Plano Safra: “Nos dá alento por acreditar que estamos no caminho certo e que os produtores estão confiando na redução das taxas de juros, na estabilidade do mercado, na economia brasileira e confiando na gestão do Ministério da Agricultura”.
De acordo com o gráfico abaixo, houve crescimento em todas as modalidades de financiamento do Plano Safra 2020/2021, comparado com o anterior. Os investimentos tiveram o maior salto, de 110%.

“Este valor significa que o produtor rural está acreditando no agronegócio, está investindo, por exemplo, em armazenagem, em correção de solo, em aquisição de maqinários e de equipamentos para melhorar a tecnologia no campo”, disse César Halum.
O crédito de custeio, primeiro do gráfico, teve um aumento de 39%. O Pronamp, que financia os médios produtores, teve crescimento de 26% no número de contratos de custeio (20 mil) e de 32% no valor que foi aplicado (R$ 3,4 bilhões). Enquanto isso, o Pronaf, que financia a agricultura familiar, teve um aumento ainda maior: 36% nos contratos (81,3 mil) e 57% em desembolso (R$ 2,8 bilhões).
“Outro fator que nos deixou extremamente felizes foi o crescimento das contratações do custeio pelos pequenos e médios agricultores, que é o objetivo maior do nosso Plano Safra”, comemorou o secretário.
Quanto aos financiamentos relacionados à industrialização, o crescimento foi de 69%, o que representa R$ 2 bilhões em aplicação.
(Com informações do MAPA)












