Conselheiros Tutelares augustinopolinos são diplomados e empossados

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020 às 14:05

AUGUSTINÓPOLIS – Os Conselheiros Tutelares de Augustinópolis foram diplomados e empossados na manhã desta quarta-feira, (15) em sessão solene ocorreu às 08h no prédio do Centro Vocacional Tecnológico.

O Evento contou com a presença do prefeito municipal, Júlio Oliveira; da secretária municipal do Trabalho, Desenvolvimento Social e Habitação, Marlene Xavier; do secretário da Administração, Paulo Esse da Silva Ramos; da presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA), Leonilde Gomes; dos vereadores Ângela Maria, Antônio Queiroz, Ozeas Teixeira e Antônio Silva Feitosa, além de familiares e profissionais da Proteção Social Especial do Município.

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O prefeito Júlio Oliveira parabenizou os conselheiros pela conquista, agradeceu pelos serviços prestados e firmou compromisso de estar cada vez mais perto, somando e potencializando o trabalho do Conselho Tutelar.

A Solenidade diplomou Conselheiros Tutelares eleitos e suplentes que no decorrer do mandato no quadriênio 2020/2023, terão oportunidade de cobrir férias, licença maternidade entre outros.

DIPLOMADOS

1° lugar – Leidiane Alves Ferreira Alencar / 471 votos; 2° lugar – Josélio Rocha de Sousa / 446 votos; 3° lugar – Maria Iracélia Bezerra da Silva / 437 votos; 4° lugar – Lindinalva Leite Rodrigues / 391 votos; 5º- lugar – Maria de Lourdes Nogueira Lima / 391 votos.

Como suplentes ficou em 1º- Raimundo Nonato Freitas de Almeida / 371 votos; 2º- Elizandra Santos Rodrigues / 363 votos; 3°- Ana Raimunda da Silva Arrais / 307 votos; 4º- Raimara Sobreira Almeida / 297 votos; 5°- Claudiane Rocha de Santana / 260 votos.

A eleição para o Conselho Tutelar ocorreu último 06 de outubro, e Augustinópolis viveu um momento que pode não se registrar novamente. 5.739 eleitores reconduziram 100% dos Conselheiros Tutelares.

O QUE É

O Conselho Tutelar é órgão autônomo e permanente, que integra a administração pública local. O trabalho dos conselheiros é atender, acompanhar, fiscalizar e agir em situações em que os direitos de crianças e adolescentes estão sendo ameaçados ou violados — seja pela sociedade, seja pelo Estado (como na falta de vagas em escolas ou tratamentos em hospitais), pela família ou pelo responsável (em casos de violência, abuso ou negligência), ou em razão de sua própria conduta (quando trata-se de um jovem infrator ou de usuários de drogas ou álcool). Os direitos são previstos de acordo com o estabelecido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Eles recebem denúncias, verificam situações e aplicam as medidas de proteção, sempre que os direitos reconhecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) forem ameaçados e/ou violados.

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