Nesta sexta-feira, 25 de novembro de 2022 na Unidade Escolar Centro de Educação Infantil Dona Marina Pereira de Miranda em Araguatins

Nesta sexta-feira, 25 de novembro de 2022 na Unidade Escolar Centro de Educação Infantil Dona Marina Pereira de Miranda em Araguatins foi realizada para os alunos a prática de “blackface”.
Quase 50 instituições de movimento negro repudiaram em nota e exigem explicação da escola.
Segundo os movimentos, além de desenvolver o Projeto Meu Cabelo Maluco, os estudantes – ressalte-se, crianças – foram recebidos no Centro de Educação Infantil pela gestora com “Blackface”, ou seja: a cara pintada de preto e com uma peruca de cabelos crespos, blusa preta de mangas longas simulando ser a pele de uma pessoa preta.
A nota deixa claro: “Trata-se de ato ofensivo e considerado crime inafiançável pelo Código Penal Brasileiro, essa prática é preconceituosa e racista uma vez que reforça estereótipos de pessoas negras, quando, na verdade, nós somos diversos, e temos uma cultura milenar de trajetória de povos tradicionais”, alegam os movimentos.
A origem do ‘blackface’
O blackface é uma prática que tem pelo menos 200 anos. Acredita-se que ela tenha se iniciado por volta de 1830 em Nova York. Mas não se trata apenas de pintar a pele de cor diferente.
Era uma prática na qual pessoas negras eram ridicularizadas para o entretenimento de brancos. Estereótipos negativos vinham associados às piadas, principalmente nos Estados Unidos e na Europa.
CLIQUE E LEIA NOTA DE REPÚDIO
O espaço aberto para manifestação da unidade escolar.
FONTE: Gazeta do Cerrado












