
Por: Elves Felipe
AXIXÁ – A partir deste domingo (10) até dia 18 a comunidade Santa Juliana estará em clima de festejo religioso em comemorações a Santa Juliana. A homenagem a Santa com o tema: “Levar às famílias a palavra de Deus”. Abertura será com uma alvorada e Santa missa com o padre Gilvane.
Segundo a coordenadora do festejo em honra a Santa, Luciana Torres, Santa Juliana é uma expiração para todos os fies seguir. “O objetivo espiritual deste ano é que Santa Juliana nos ensine a buscar a Deus em primeiro lugar”.
Os festejos promovidos pela comunidade Santa Juliana tem como objetivo financeiro este ano angariar fundos para a manutenção da igreja. “Daremos continuidade a reforma da igreja em especial ao altar Central”, destacou uma das coordenadoras da festa.
História de Santa Juliana
Juliana nasceu em Florença, Itália, no ano de 1270. Era filha única do já idoso casal Caríssimo e Ricordata, da riquíssima dinastia dos Falconieri. De grande tradição na aristocracia, bem como no clero, a família contribuiu ao longo do tempo com muitos santos venerados nos altares da Igreja. Ela era sobrinha de santo Aleixo Falconieri, um dos sete fundadores da Ordem dos Servos de Maria, e como ele também trilhou o caminho para a santidade.
A dedicação de Juliana foi tão radical ao trabalho junto aos pobres e doente, às orações contemplativas e às severas penitências que acabou por adoecer. Mesmo assim, continuou dormindo no chão e fazendo os jejuns a que se tinha proposto. Por isso os problemas estomacais surgiram, passaram a ser frequentes e depois se tornaram crônicos, padecendo de fortes dores.
No dia 10 de junho de 1341, poucos momentos antes de morrer, Juliana pediu ao sacerdote que colocasse uma hóstia sobre seu peito e, pronunciando as palavras: “Meu doce Jesus”, ingressou no Reino de Deus.
Ao prepararem o corpo para ser sepultado, as irmãs constataram no seu peito uma mancha roxa, como se fosse uma hóstia impressa na sua carne, tendo no centro a imagem de Jesus crucificado. Em memória desse milagre, as irmãs “Mantellate” trazem sobre o lado esquerdo do escapulário a imagem de uma hóstia.
Canonizada em 1737 pelo papa Clemente XII, santa Juliana Falconieri é celebrada no dia de sua morte.












