Indígenas de Tocantinópolis participam do projeto de sociopolítico

quinta-feira, 8 de março de 2018 às 09:29
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Divulgação / TRE-TO

PALMAS – Representantes indígenas de Tocantinópolis e demais etnias do Tocantins participam, nos dias 15 e 16 de março, do workshop para Inclusão Sociopolítico dos Povos Indígenas. O evento contará com palestras e oficinas temáticas sobre as eleições, representatividades dos povos indígenas e diálogos entre as culturas indígenas.

O projeto está alinhado à missão institucional do Tribunal Regional Eleitora do Tocantins (TRE-TO) de promover a educação política do cidadão e prepará-lo para o exercício da democracia de forma consciente.

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Nesta etapa vão participar os representantes governamentais do legislativo e do executivo, do Ministério Público e da Defensoria Pública, com atenção especial à participação das lideranças indígenas. Na segunda fase do projeto serão delineadas soluções, bem como a execução de políticas públicas a partir das dificuldades listadas pelas comunidades indígenas e pelos órgãos governamentais.

O projeto contempla todas as etnias indígenas do Estado. Para convidá-las, as equipes da Justiça Eleitoral visitaram às Aldeias São José e Mariazinha, em Tocantinópolis; as Aldeias Macaúba, Santa Izabel do Morro e Fontoura (Cristalândia); Aldeia Canoanã, Aldeia Txuiri e São João (Formoso do Araguaia); Aldeia Pedra Branca e Cachoeira (Goiatins) e a aldeia Manoel Alves Pequeno e Santa Cruz (Itacajá).

De cada uma das aldeias foram escolhidos dois representantes que apresentarão as demandas de sua comunidade para serem debatidas durante o workshop.

Segundo o juiz eleitoral Wellington Magalhães, o evento será um marco histórico ao abordar três eixos temáticos com os líderes indígenas. “A iniciativa visa discutir a segurança do processo eleitoral nas aldeias, representativa política no processo democrático, bem como discutir instrumentos que facilitem o diálogo intercultural das instituições com as comunidades tradicionais. Com certeza, o TRE-TO, com esse projeto, se lança no cenário nacional como guardião dos direitos de cidadania dos povos indígenas”. (Redação Voz do Bico, com informações da Assessoria)

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