SISEPE-TO realiza mobilização em Augustinópolis e Araguatins pelo Plansaúde

terça-feira, 3 de março de 2020 às 11:57
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Fotos: Ascom/SISEPE-TO

AUGUSTINÓPOLIS – Nesta terça-feira, 3, o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) está realizando mobilizações em Augustinópolis e Araguatins em defesa do funcionamento do Plansaúde. O objetivo é garantir aos servidores públicos o direito ao plano de saúde de qualidade e com atendimento regular.

Atualmente, cerca 90 mil pessoas são atendidas pelo Plansaúde, que é o maior plano no Tocantins. No entanto, pagamentos em atraso estão fazendo com que os serviços sejam suspensos.

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Apesar do pagamento mensal, há reiteradas negativas aos usuários do Plansaúde na rede credenciada, com a falta de atendimento médico em todo o Estado, gerando graves transtornos aos usuários do plano.

Como forma de protesto, o SISEPE-TO afixou faixas cobrando uma ação por parte do Governo nos principais órgãos do Executivo em Araguatins, Augustinópolis e outras quatro cidades do Estado.

O presidente do sindicato, Cleiton Pinheiro, explicou a situação: “Todos os dias, dezenas de servidores públicos estaduais buscam o SISEPE-TO denunciando os mais diversos abusos, tais como: falta de especialistas credenciados em diversas áreas médicas; negativa de atendimento para consultas, exames e procedimentos médicos com cobertura; negativa de ressarcimento para os valores pagos em consultas, exames e procedimentos com cobertura e sem profissionais credenciados e até mesmo cobrança de valores ilegais com medicamentos e insumos com cobertura integral decorrente de internação”.

O sindicato destaca que o Plansaúde tem descumprido as obrigações assumidas com os seus usuários, conforme a Lei nº 2.296/2010. Apesar das diversas cobranças e notificações já realizadas, o atendimento no plano de saúde tem sido ineficiente há mais de um ano, segundo o presidente.

Outra preocupação do SISEPE-TO é a falta de solução dos órgãos de controle. “Apesar dos problemas do Plansaúde serem antigos, com diversas denúncias feitas, o Ministério Público do Estado, o Tribunal de Contas do Estado e a Assembleia Legislativa não adotaram nenhuma ação para defender os servidores públicos. Estamos falando de cerca de 90 mil pessoas, que sem o Plansaúde terão que usar as unidades de saúde pública que já estão bastante lotadas. Por isso cobramos, 90 mil vidas no Plansaúde sem atendimento e cadê a fiscalização do MPE e do TCE?”, ressaltou Pinheiro.

(Portal Voz do Bico. Informações: Ascom/SISEPE-TO)

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