Universidade Federal do Tocantins inaugura Unidade Babaçu em Tocantinópolis

sexta-feira, 29 de junho de 2018 às 16:37
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Foto: Divulgação

TOCANTINÓPOLIS – A Universidade Federal do Tocantins (UFT) inaugura, nesta segunda-feira (2), a Unidade Babaçu, no Câmpus Tocantinópolis. A inauguração está marcada para as 9h, com o bloco de salas de aulas 3P e o prédio da biblioteca, ambos compostos por três pavimentos.

A Unidade Babaçu beneficiará os estudantes ao abrigar novas salas de aula e laboratórios. A nova estrutura atende a uma demanda antiga da comunidade do Câmpus de Tocantinópolis. Pois parte da estrutura física da unidade atual foi herdada de quando o Câmpus ainda pertencia à Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), antes de 2003.

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O bloco de sala custou R$ 5.367.910,12. Já o prédio da biblioteca custou R$ 3.765.463,45, conforme a instituição. Os recursos para a conclusão das obras foram obtidos por meio de emendas parlamentares da deputada federal professora Dorinha.

O reitor Luís Eduardo Bovolato destaca que as inaugurações reforçam as estruturas físicas dos câmpus com edificações padronizadas e proporcionam melhores condições para estudantes, professores e técnico-administrativos. Além de representar avanços significativos na estrutura para o ensino, pesquisa e extensão.

Devido aos cortes no orçamento das universidades por parte do governo federal, as obras ficaram paralisadas entre março de 2015 e janeiro de 2017. “Nós conseguimos reduzir o passivo de obras. Em 2016, eram 32 obras paralisadas, hoje são apenas quatro. Apesar das dificuldades, a gestão entrega à comunidade um conjunto de obras confortáveis e modernas, desenvolvido de acordo com as necessidades específicas”, explica o reitor.

Bovolato destaca que essa é uma etapa vencida pela universidade, que dará sequência a novos desafios. As etapas seguintes correspondem a equipamentos e mobiliário. Além de estruturas físicas complementares como passarelas, cantinas e reprografia.

“Aos poucos vamos cumprindo essas etapas e às novas demandas que surgirão. Como eu digo: a Universidade nunca está pronta. É um processo de construção permanente”. Ele acrescenta que a partir desta etapa, a universidade pode pensar em novos horizontes, como a implantação de novos cursos. (Redação Voz do Bico, com informação da Assessoria)

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