Audiência debate tentativas de recuperação do Rio Paraopeba após rompimento em Brumadinho

quinta-feira, 14 de março de 2019 às 08:32
Rio Paraopeba, no centro de Brumadinho, tomado pela lama — Foto: Raquel Freitas/G1

Os rejeitos contaminaram e ‘mataram’ pelo menos 300 quilômetros do rio, dizem ambientalistas.

MINAS GERAIS – Uma audiência pública discutiu na noite desta quarta-feira (13) formas de tentar recuperar os danos ambientais causados pelos rejeitos da barragem do Feijão, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O rompimento aconteceu no dia 25 de janeiro.

A lama contaminou parte do Rio Paraopeba, um dos afluentes do São Francisco. O resultado da expedição de ambientalistas da Fundação SOS Mata Atlântica que percorreu 305 quilômetros do rio revelou que não há condições de vida aquática no trecho.

“Nas plantações não pode usar essa água do rio”, disse Sueli Araújo Marques, uma das moradoras da comunidade dos Pires, em Brumadinho, atingida pela contaminação.

Representantes de organizações não governamentais, secretários e estudiosos da área participaram da audiência.

(G1/MINAS GERAIS)

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