Passageiro preso a assento com fita adesiva e abraçadeiras durante caos a bordo de avião revela o que bebeu

sexta-feira, 18 de setembro de 2026 às 10:27
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Arthur Layne Lundeen foi dominado com fita adesiva e abraçadeiras em voo nos EUA e demitido de imobiliária no Arizona — Foto: Reprodução/X

O passageiro da American Airlines que precisou que acabou dominado por outros ocupantes de um avião e preso a uma poltrona com fita adesiva e abraçadeiras de plástico revelou que havia bebido coquetéis de vodca com suco de laranja antes da confusão protagonizada por ele em voo a Newark (Nova Jersey, EUA), com agressões e insultos racistas e homofóbicos em pleno ar.

Arthur Layne Lundeen, de 67 anos, disse a um juiz de Maryland que havia consumido dois drinques antes da série de ofensas que forçou o voo de 3 de setembro a fazer um pouso de emergência em Maryland (Baltimore), segundo o jornal “The Baltimore Banner”. Não foi informado se o passageiro consumiu outras bebidas antes de embarcar.

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Em nome da segurança no voo, outros passageiros e tripulantes tiveram de prender Arthur Layne — que alegou não se lembrar do episódio — ao seu assento na primeira classe. Ele também teria agredido um dos policiais que o retiraram da aeronave.

O autor da confusão, um corretor de imóveis do Arizona que perdeu o emprego após o incidente, teria gritado palavrões e insultos racistas, além de começar a “blasfemar contra Jesus e Deus”, segundo o passageiro sentado ao lado dele, o rabino messiânico Jonathan Cahn. O religioso contou que eles conversavam descontraidamente, mas Lundeen perdeu o controle quando o assunto passou a ser religião.

Rabino messiânico Jonathan Cahn disse que Arthur Layne Lundeen teve ‘surto’ durante voo provocado por discussão sobre religião — Foto: Reprodução

“Nunca vi alguém mudar num piscar de olhos, passando da luz para as trevas, como vi naquela ocasião; parecia que algo havia tomado conta dele. Ele passou de uma pessoa extremamente simpática a alguém sombrio”, comentou o rabino, de acordo com o “NY Post”.

Juan Mejia, um policial aposentado que ajudou a imobilizar Arthur Layne, disse à CBS que um comissário de bordo mencionou ter servido pelo menos uma bebida a ele.

Mejia relatou que o voo, vindo de Dallas (Texas), já estava no ar há duas horas quando a situação saiu totalmente do controle. O corretor desempregado alegou que a sua memória do voo cessa muito antes desse momento.

“Não me lembro de nada do que aconteceu”, disse ele a um juiz em Annapolis.

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