
Astrônomos do Colégio de Ciências da Universidade de Clemson, nos EUA, em colaboração com colegas de outros países, apresentaram recentemente provas de que a fusão de galáxias pode criar jatos de partículas carregadas que viajam à velocidade de luz.
Pesquisadores conseguiram capturar jatos relativistas emergindo de duas galáxias espirais jovens que estão colidindo. O jato de partículas é tão jovem que permite que os cientistas vejam seu hospedeiro.
Esta foi a primeira vez que os cientistas capturaram duas galáxias em fusão, havendo um jato totalmente formado apontando na nossa direção. No entanto, o jato não é tão brilhante que nos possa cegar.
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?Cientistas recebem pela primeira vez imagem de surgimento de um jato de plasma durante a colisão entre duas galáxias.
“Tudo que você pode ver é o clarão. Este jato é menos potente, por isso podemos ver a galáxia de onde ele surge”, disse Stefano Marchesi do departamento de física e astronomia.
A imagem captada pela equipe exibe duas galáxias, uma Seyfert 1 conhecida como TXS 2116-077 e outra galáxia de massa semelhante, escreve portal Science Daily.
Para conseguir capturar a imagem, pesquisadores usaram um dos maiores telescópios terrestres do mundo, o Subaru de 8,2 metros de diâmetro, localizado no Observatório de Mauna Kea no Havaí. Também foram realizadas observações subsequentes com o Gran Telescopio Canarias, o telescópio William Herschel na ilha de La Palma ao largo da costa da Espanha e o Observatório de Raios X Chandra da NASA.
(SPUTNIK NEWS)












