Spotify compra empresa para regular conteúdos nocivos

quinta-feira, 6 de outubro de 2022 às 08:11
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O Spotify comprou a Kinzen, uma empresa que ajuda a identificar conteúdo prejudicial dentro da plataforma. De acordo com a Reuters, a compra é parte das ações que o Spotify tem tomado para combater conteúdos nocivos. Até o momento não há informações sobre o valor da aquisição.

A Kinzen é uma empresa com sede em Dublin especializada em detectar violações de políticas, conteúdo nocivo e ameaças emergentes. A empresa trabalha junto com o Spotify desde 2020 para controlar os conteúdos relacionados às eleições.

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A compra da empresa faz parte dos esforços que o Spotify tem tomado após as polêmicas envolvendo o podcast “The Joe Rogan Experience” em que o podcaster sofreu acusações de estar espalhando informações falsas sobre a Covid-19.

Desde que a Kinzen estabeleceu uma parceria com o gigante de streaming de música, temas de desinformação e discurso de ódio foram incluídos nas discussões da empresa.

“Kinzen oferece uma combinação de ferramentas e conhecimentos para nos ajudar a entender melhor o conteúdo em nossa plataforma e as tendências emergentes de abuso”, disse Sarah Hoyle, chefe de confiança e segurança do Spotify.

Após as polêmicas do podcast de Joe Rogan, o Spotify se comprometeu a compartilhar publicamente suas diretrizes de conteúdo. Além disso, a empresa divulgou que criaria um aviso sobre qualquer episódio de podcast que contasse com discussões ou temas sobre a Covid-19.

Por meio de uma postagem no blog do Spotify feita pelo CEO Daniel Ek, a plataforma confirmou que não foi suficientemente transparente sobre a sua política de conteúdos, só que também não detalhou nada sobre Rogan, se haveria alguma punição.

https://twitter.com/eldsjal/status/1487880367302266881?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1487880367302266881%7Ctwgr%5E720cff9a1f68d9e5b2de4d097f8a10cd75663bf6%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Folhardigital.com.br%2F2022%2F10%2F05%2Fpro%2Fspotify-compra-empresa-para-regular-conteudos-nocivos%2F

(OLHAR DIGITAL – Com informações de Reuters)

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