Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a taxa de desemprego no Maranhão caiu no terceiro trimestre de 2022.
Segundo o levantamento, entre os meses de abril e junho deste ano, as pessoas desempregadas representavam 10,8% da população no estado. Já no fim de setembro, a taxa caiu para 9,7%. A diferença é ainda maior em comparação ao mesmo período do ano passado, quando a taxa de desemprego era de 17,5%, quase o dobro da atual.
Apesar da queda no desemprego, o Maranhão ainda tem a segunda maior taxa de informalidade do Brasil – cerca de 59,1% da população está ocupada, mas sem carteira de trabalho e benefícios sociais.
Além disso, os trabalhadores informais também recebem uma renda menor do que aqueles formalmente empregados, é o que aponta o acordo com o técnico de informações e estatística do IBGE, José Reinaldo.
“No Maranhão, o empregado do setor privado sem carteira assinada tem uma renda 37,5% inferior em comparação com o trabalhador do setor privado com carteira assinada. Essa diferença também se vê para o Brasil como um todo”, ressaltou José.
(G1 MARANHÃO)












