Vinte anos de cadeia para o esquartejador da Sumaúma

quarta-feira, 1 de novembro de 2017 às 11:47
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Felipe teria matado motivado por ciúmes

Após 17 horas de julgamento, o Tribunal do Júri realizado na Comarca de Axixá neste dia 31 de outubro, concluiu pela condenação de Felipe de Carvalho Vasconcelos, de 21 anos. Após a apresentação e discussão das provas que constavam nos autos, tendo como acusador o Promotor de Justiça da Comarca de Araguatins, Breno Simonassi, em substituição, o Conselho de Jurados entendeu que Felipe fora o autor do bárbaro homicídio que vitimou Raylan de Almeida Sena, no dia 09/09/2016, no Povoado Sumaúma, município de Sítio Novo.

Felipe fora apontado, na fase de investigações policiais, como o principal suspeito de ter cometido o homicídio, ocasião em que a Autoridade Policial representou pela Prisão Temporária, e em seguida pela Prisão Preventiva de Felipe, enclausurado desde então enclausurado na Cadeia Pública de Augustinópolis à espera de julgamento.

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Em uma sessão transcorrida dentro da normalidade, as provas contidas nos autos foram suficientes para o convencimento do Corpo de Jurados, que concluiu pela condenação de Felipe, a quem foi atribuída a prática do homicídio qualificado, com duas qualificadoras: motivo fútil e meio insidioso ou cruel, que convergem para o aumento de pena. Assim, o Juiz presidente daquela seção, Dr. José Roberto, da Comarca de Axixá, condenou Felipe a 20 anos de prisão, em regime fechado, os quais serão cumpridos na Cadeia Pública de Augustinópolis.

Entenda o caso

No dia 09/09/2016, no Povoado Sumaúma, município de Sítio Novo – TO, Raylan de Almeida Sena, 20 anos, foi vítima de um crime bárbaro. Ele teve a cabeça arrancada fora do corpo, teve as pernas e braços decepados, seu coração foi arrancado e colocado dentro da boca e a cabeça foi colocada sobre o tronco, em uma cena de barbárie.

O crime chocou o Povoado de Sumaúma e toda a região. Nas investigações, a Polícia Civil chegou a Felipe de Carvalho Vasconcelos, que à época era estudante de Direito da FABIC, e residente no Balneário Pedra Branca, naquele povoado, como o principal suspeito da autoria.

Ele foi preso preventivamente. De acordo com as investigações, o motivo que levou Felipe, à prática do homicídio teria sido devido a um comentário de que a vítima teria tido um envolvimento com a namorada do agora condenado.

Felipe nunca confessou a autoria do crime, mas as provas do processo foram suficientes para levá-lo à condenação a 20 anos de prisão.

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