
PALMAS – Durante o Encontro das Cadeias Produtivas do Tocantins, promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja), nessa sexta-feira (11), na Agrotins, o candidato a governador Carlos Amastha (PSB) criticou a situação absurda do frete via ferrovia no Tocantins, que muitas vezes tem o mesmo preço ou até é mais caro que o rodoviário, obrigando os produtores a transportarem por caminhão, em viagens de mais de 1,5 mil quilômetros.
Ele ressaltou que, como governador, vai brigar para que o preço do frete de trem seja reduzido e assim a Ferrovia Norte-Sul seja usada para o escoamento da produção, e não apenas para o transporte de minério e ferro.
O candidato não poupou críticas aos ex-gestores do Tocantins pela qualidade das rodovias estaduais. Segundo ele, todos aprenderam que o superfaturamento de rodovias é a maior forma de se roubar e transformar o dinheiro em milhares de bois no Pará. “Em 30 anos, esse foi melhor negócio do mundo para aprender a roubar. Licitam a R$ 100 milhões e roubam R$ 40 milhões”, destacou.
Amastha atacou a politicagem feita com a história da ponte de Porto Nacional, dizendo que o ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e o senador Vicentinho Alves (PR) lançaram uma obra que não existia e que não há dinheiro. Para o candidato, os dois mentiram para a população ao falar que o governo federal tinha o recurso assegurado.
Antes do debate, Amastha visitou o projeto Fazendinha Água Doce, exposto pela Prefeitura de Palmas na Agrotins. O projeto faz a réplica de uma propriedade rural do interior da Capital, com objetivo de incentivar o turismo. O candidato também cumprimentou visitantes e alguns expositores durante a caminhada até o auditório Jaburu.












