
Produto mais procurado durante a realização do Feirão do Imposto, um posto de combustíveis no Jardim Aureny III amanheceu com fileiras de carro neste sábado, 27. De acordo com o vice-presidente da Associação dos Jovens Empresários e Empreendedores do Tocantins (Ajee-TO), Renan Macedo, os carros começaram a chegar por volta das 5 horas.
Antes das 9 horas todos os 175 vouchers que permitia a compra do combustível no valor de R$ 1,59 haviam sido entregues e cerca de 70 veículos haviam sido abastecidos. A previsão é que a ação no posto finalize antes das 11 horas.
No entanto, outras empresas em Palmas, Araguaína, Gurupi, Porto Nacional e Paraíso são parceiras na realização do Feirão e, há casos de descontos que passam os 40%. São empresas que atuam na área de informática, lava-jato, restaurante, gráficas e outras. Você pode conferir a lista das empresas no instagram ou no facebook da entidade.
Para o presidente da Ajee-TO, Artur Seixas, o Feirão gera transparência sobre a quantidade de imposto pago pelo cidadão no produto final. “A ação vem com esse intuito de conscientização, onde grande parte da população não sabe o que paga ou desconhece o valor que incide nos produtos e serviços consumidos”, afirma ao destacar que como não existe uma iniciativa por parte do poder público para este fim, “entram as associações privadas para tentar suprir a demanda”.
O vice-presidente Renan complementa ao informar que a Confederação Nacional dos Jovens Empreendedores (Conaje) em conjunto com a Ajee têm realizado essa ação anualmente “com o objetivo único de conscientizar e sensibilizar as pessoas para, juntos, buscarmos uma carga de impostos mais justa”.
Equipes da diretoria da Ajee-TO estão realizando a ação em cinco municípios do Tocantins. Com o slogan “Chega de Mão Grande”, a ação pretende trazer à luz valores pagos em impostos no produto final que podem chegar a até 80%, de acordo com a entidade. A ação acontece concomitantemente em 110 cidades do Brasil.
“O slogan desta 15ª edição condiz com um dos vários motivos que faz com que não consigamos ver o retorno dessas cargas em benefícios, a corrupção”, finaliza o vice-presidente Renan.
(JORNAL DO TOCANTINS)












