IFTO em parceria com o IFPA realiza pesquisa sobre saúde mental em escolas públicas e privadas

terça-feira, 29 de setembro de 2020 às 17:59
Imagem: Dicom/IFTO.

TOCANTINS – Segundo a UNESCO, cerca de 1,5 bilhões de estudantes – o que representa 91% dos estudantes de todo o mundo – tiveram as aulas suspensas em decorrência da pandemia de covid-19 desde março de 2020. Passados 6 meses, 48% desses alunos continuam com aulas presenciais suspensas. No Brasil, alguns estados e cidades possuem protocolos de retorno às aulas presenciais, mas a grande maioria segue com o ensino remoto.

Sendo o país que está há mais tempo com aulas presenciais suspensas e medidas de distanciamento social vigentes, como está a saúde mental da comunidade escolar neste período? Com essa questão em mente, o professor Ms. Marco Aurélio Oliveira, do Instituto Federal do Tocantins (IFTO) câmpus Araguatins, em parceria com o professor Dr. André Walsh-Monteiro, do Laboratório de Neuroquímica e Comportamento do Instituto Federal do Pará (IFPA) câmpus Tucuruí, está realizando um estudo intitulado “A Escola na Pandemia”. A pesquisa avalia o sono, a ansiedade, o consumo alimentar e de substâncias lícitas entre alunos, técnicos administrativos e professores.

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“Muito se tem ouvido falar sobre distúrbios do sono, de crises de ansiedade e do aumento do consumo alimentar e de substâncias durante a pandemia, porém, de maneira empírica e sem dados consistentes sobre os impactos na comunidade escolar que está há meses com o ensino remoto e parte dela voltando às aulas presenciais”, pontuou o professor Marco Aurélio.

Para participar da pesquisa, basta acessar este link e responder a um questionário. Os voluntários precisam ser alunos, técnicos administrativos ou professores do ensino médio ou superior de escolas públicas ou privadas. Os pesquisadores também mantêm um perfil no Instagram em que contam um pouco mais sobre o estudo.

(Dicom IFTO)

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