MPTO investiga se Educação Especial, Indígena, Quilombola, nas Prisões e EJA estão adequadas durante a pandemia no Tocantins

terça-feira, 25 de agosto de 2020 às 09:40
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Dois acadêmicos de Matemática da unidade prisional estudando com auxílio de um servidor antes da pandemia. Foto Seciju.

TOCANTINS – O Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, instaurou Procedimento Administrativo para apurar se a Secretaria Estadual da Educação adotou medidas educacionais que atendam aos grupos das modalidades especializadas da educação e a eventual necessidade de criar novos modelos educacionais destinados a esses grupos durante a pandemia do novo coronavírus.

Fazem parte dessas modalidades a Educação Especial, a Educação Escolar no Campo, a Educação Indígena, a Educação Quilombola, a Educação bilíngue de surdos, a Educação nas Prisões, a Educação no Sistema Socioeducativo e a  Educação de Jovens e Adultos.

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O gestor da pasta tem o prazo de 10 dias para encaminhar as informações solicitadas, dentre elas, o número de alunos atendidos dessas áreas, os métodos e materiais que têm sido adotados para a prestação do serviço educacional, as providências para o oferecimento dos serviços aos alunos, bem como o apoio pedagógico e didático às famílias.

A realidade imposta pelo ensino remoto e a suspensão das aulas tem sido acompanhada pela 10ª Promotoria de Justiça desde o início da pandemia. “Os desafios para escolas e famílias são inúmeros. Destaca-se que para os pais, mães e educadores de alunos das modalidades especializadas, como o ensino inclusivo, o desafio mostra-se ainda maior”, enfatizou o promotor de Justiça Konrad Wimmer.

(MPTO)

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