OABTO reforça atuação contra o crime do Falso Advogado

segunda-feira, 2 de novembro de 2026 às 17:17
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Priscila Madruga Ribeiro, presidente em exercício da OAB/TO. – Foto: Divulgação/ OAB-TO

A iniciativa visa intensificar a fiscalização, mapear denúncias, atuar junto às forças de segurança e orientar a população sobre como evitar fraudes operadas por golpistas.

TOCANTINS – Com o objetivo de conscientizar e prevenir quanto a crescente onda de fraudes financeiras e defender a integridade do exercício profissional, a OAB Tocantins anuncia a criação de uma força-tarefa de enfrentamento ao golpe do falso advogado.

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A Comissão Especial surge como resposta estratégica ao avanço de criminosos que utilizam indevidamente nomes, números de OAB, fotos e até timbres de escritórios de advocacia para contatar clientes e solicitar pagamentos indevidos, alegando serem taxas antecipadas, custas processuais falsas ou depósitos via PIX para a liberação de alvarás e indenizações.

A Força-Tarefa atuará em frentes múltiplas de inteligência, acolhimento de denúncias e cooperação institucional. Entre as principais atribuições da comissão criada, destacam-se:

  • Mapeamento e Centralização de Denúncias;
  • Articulação Institucional e Conscientização;
  • Prevenção da sociedade e da advocacia.

“O golpe do falso advogado afeta diretamente a relação de confiança entre a advocacia e a sociedade, além de lesar cidadãos vulneráveis que aguardam pela resolução de seus direitos na Justiça. A criação desta força-tarefa reitera o compromisso inegociável da OAB com a proteção do cidadão e a defesa das prerrogativas da classe”, destaca a presidente em exercício da OAB/TO, Priscila Madruga Ribeiro.

A Comissão Especial de Combate ao Golpe do Falso advogado estará sob a Presidência do Conselheiro Rerickson de Almeida Santiago. “É devastador ver a esperança de uma família ser transformada em prejuízo por pessoas de má-fé. Por trás de cada processo, existe uma história de vida, uma expectativa real e, muitas vezes, anos de espera por um direito legítimo. O combate a essa crueldade vai muito além do dever profissional: é uma missão de empatia e respeito ao ser humano. Por tudo isso, a melhor solução é a prevenção e conscientização da sociedade, destacou o conselheiro.

(ASCOM OABTO)

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