A velha política e suas consequências

segunda-feira, 11 de setembro de 2017 às 15:03
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*Por Marcos Milhomens

Primeiramente, o que é esta tal velha política?

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Uma expressão que se popularizou nos últimos anos, muito por conta do Prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). Ele é um dos autores intelectuais desta afirmação.

Esta famigerada “velha política” é tudo que está relacionado ao atraso. Ao retrógrado.

A velha política não tem entranhas. Tampouco espírito público.

Seus subterfúgios são sorrateiros. Lacaios. Suas estratégias são tão desprezíveis quanto inaceitáveis.

Difamação. Manipulação. Inverdades. Calúnias. Ataques. Joguetes.

A velha política é tão torpe que se adapta facilmente às suas conveniências. Faz o que for preciso para manter-se sobre a órbita do poder. Geralmente são percevejos da coisa pública.

Pululam de todas as partes.

Um exemplo claríssimo disto é a motivação política de alguns sindicatos. Não que o direito de greve não seja absolutamente legítimo, mas não é razoável que o viés politiqueiro seja a tônica do debate.

É dramaticamente incoerente e tem ínfimo apoio popular. Aliás subestimar a Inteligência do povo é uma prática comum da velha política.

Infelizmente ela não se restringe ao discurso imaterial. Suas consequências são devastadoras.

Pobreza. Miséria. A pior distribuição de renda do planeta.

A velha política é isto.

A exposição exacerbada de achincalhe. Da ofensa. Da corrupção.

Enfrentá-la é uma tarefa hercúlea. Quase messiânica.

Por que francamente, amigos, há uma inversão de valores tão grande que às vezes bate uma desesperança sem tamanho.

A velha política tem sim, papel preponderante no atraso econômico e social do nosso estado.

É necessário que compreendamos isto e que a expurguemos definitivamente.

Já existe um sentimento latente de repulsa por parte da opinião pública.

Você tem alguma dúvida disto?

Saia às ruas!

O clamor popular é quase unânime.

Ninguém aguenta mais.

Precisamos transformar este sentimento na força motriz das nossas escolhas.

Deixar a velha política no ostracismo do seu próprio tempo.

Escrever uma nova história.

Sim, nós podemos!

Marcos Milhomens, Publicitário e Comentarista Político

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